quarta-feira, 23 de novembro de 2011

13 curiosidades sobre Emmanuel Lévinas

Levinas - 13
Levinas solicitou que se colocasse uma faixa ao redor do livro Da Existência ao Existente com a seguinte sentença: “onde não se trata de angústia”.

Ele deixa a angústia do nada e parte para o horror do há da existência. Ou seja, o abandono do medo da morte em direção ao demais de si mesmo.
Levinas - 12
Levinas encontrou Sartre três vezes. Segundo Simone de Beauvoir, Sartre teria especialmente apreciado Teoria da Intuição na Fenomenologia de Husserl. Levinas teve grande admiração por Sartre. O filósofo teve contato com O Ser e o Nada logo que saiu do cativeiro.
Levinas - 11
Antes da guerra, o filósofo solicitou a nacionalidade francesa e a obteve. Terminou sua tese. Neste período, casou. Levinas prestou serviço militar em Paris no Regimento de Infantaria.
Levinas - 10
O filósofo rapidamente foi feito prisioneiro de guerra. Foi levado para a Alemanha, declarado judeu, passou para o campo de prisioneiros onde trabalhava de dia na floresta. A pé, atravessando o vilarejo diariamente para o trabalho, Levinas descreve que o olhar das pessoas, olhar de condenação, "dizia tudo".
Levinas - 9
Levinas conheceu Husserl já muito velho. A mulher de Husserl estudava francês com Levinas que se dirigia à casa do velho filósofo para este fim. De Heidegger, Levinas teve a impressão de um autoritarismo austero. Tinha um grande respeito, admiração, por Heidegger, mas nunca esqueceu suas relações com Hitler.
Levinas - 8
O filósofo dizia que era difícil dialogar pessoalmente com Husserl em uma aula, questionar Husserl. Qualquer pergunta parecia ser respondida com uma conferência, com textos prontos.
Levinas - 7
Levinas chega à fenomenologia na França, ao conhecer por intermédio de uma amiga Husserl. Ao ler As Investigações Lógicas, o filósofo entendeu que estava diante de uma nova possibilidade de passar de uma idéia para outra, além dos aspectos induditos, dedutivos, intuitivos.
Levinas - 6
Desde seus primeiros estudos na França, a partir de 1924, Levinas nutriu uma sólida admiração pelo pensamento de Bergson. Idéias como a do infinito em cada pessoa, a excelência do bem, a duração, temporalidade, vários elementos impressionaram o filósofo.
Levinas - 5
Levinas chegou à Filosofia inicialmente pelas leituras dos autores russos. Os textos de autores judeus também o conduziram neste caminho. Por fim, quando sua família se muda para a França, onde vários professores de Filosofia lhe chamam a atenção, e o caso Dreyfus é discutido sob a ética em toda a Europa.
Levinas - 4
Quando o tzar abdica, em 1917, Levinas era muito mo?e não compreendia o alcance do ato. Em julho de 1920 sua família aproveita uma oportunidade e retorna imediatamente ?itu?a, onde as chances para uma família israelita seriam melhores.
Levinas - 3
Desde os 6 anos de idade Lévinas teve aulas habituais de hebraico. Quando chega ao liceu, em Kharkov, tinha 11 anos e somente havia conhecido aulas particulares até então. Era muito raro judeus poderem cursar as melhores escolas e a família Lévinas comemorou o fato.
Lévinas - 2
Era comum que a geração dos pais do fil?o iniciasse os jovens pelo hebraico. Mas tal geração compreendia que o caminho a seguir pelos jovens deveria passar pela cultura russa, pela línguua russa. Assim, era usual que nas famílias de origem judaica os pais falassem russo com os filhos.
Lévinas - 1
O filósofo afirmava ter poucas recordações de sua infância. Lembra que o pai tinha uma livraria em Kovno, Lituânia. Tinha cerca de 8 anos quando começou a guerra em 1914. Havia uma forte cultura judaica na região, muitas sinagogas, diversos lugares onde estudar.


Fonte: www.filosofia.com.br

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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

13 curiosidades sobre Emmanuel Lévinas

Levinas - 13
Levinas solicitou que se colocasse uma faixa ao redor do livro Da Existência ao Existente com a seguinte sentença: “onde não se trata de angústia”.

Ele deixa a angústia do nada e parte para o horror do há da existência. Ou seja, o abandono do medo da morte em direção ao demais de si mesmo.
Levinas - 12
Levinas encontrou Sartre três vezes. Segundo Simone de Beauvoir, Sartre teria especialmente apreciado Teoria da Intuição na Fenomenologia de Husserl. Levinas teve grande admiração por Sartre. O filósofo teve contato com O Ser e o Nada logo que saiu do cativeiro.
Levinas - 11
Antes da guerra, o filósofo solicitou a nacionalidade francesa e a obteve. Terminou sua tese. Neste período, casou. Levinas prestou serviço militar em Paris no Regimento de Infantaria.
Levinas - 10
O filósofo rapidamente foi feito prisioneiro de guerra. Foi levado para a Alemanha, declarado judeu, passou para o campo de prisioneiros onde trabalhava de dia na floresta. A pé, atravessando o vilarejo diariamente para o trabalho, Levinas descreve que o olhar das pessoas, olhar de condenação, "dizia tudo".
Levinas - 9
Levinas conheceu Husserl já muito velho. A mulher de Husserl estudava francês com Levinas que se dirigia à casa do velho filósofo para este fim. De Heidegger, Levinas teve a impressão de um autoritarismo austero. Tinha um grande respeito, admiração, por Heidegger, mas nunca esqueceu suas relações com Hitler.
Levinas - 8
O filósofo dizia que era difícil dialogar pessoalmente com Husserl em uma aula, questionar Husserl. Qualquer pergunta parecia ser respondida com uma conferência, com textos prontos.
Levinas - 7
Levinas chega à fenomenologia na França, ao conhecer por intermédio de uma amiga Husserl. Ao ler As Investigações Lógicas, o filósofo entendeu que estava diante de uma nova possibilidade de passar de uma idéia para outra, além dos aspectos induditos, dedutivos, intuitivos.
Levinas - 6
Desde seus primeiros estudos na França, a partir de 1924, Levinas nutriu uma sólida admiração pelo pensamento de Bergson. Idéias como a do infinito em cada pessoa, a excelência do bem, a duração, temporalidade, vários elementos impressionaram o filósofo.
Levinas - 5
Levinas chegou à Filosofia inicialmente pelas leituras dos autores russos. Os textos de autores judeus também o conduziram neste caminho. Por fim, quando sua família se muda para a França, onde vários professores de Filosofia lhe chamam a atenção, e o caso Dreyfus é discutido sob a ética em toda a Europa.
Levinas - 4
Quando o tzar abdica, em 1917, Levinas era muito mo?e não compreendia o alcance do ato. Em julho de 1920 sua família aproveita uma oportunidade e retorna imediatamente ?itu?a, onde as chances para uma família israelita seriam melhores.
Levinas - 3
Desde os 6 anos de idade Lévinas teve aulas habituais de hebraico. Quando chega ao liceu, em Kharkov, tinha 11 anos e somente havia conhecido aulas particulares até então. Era muito raro judeus poderem cursar as melhores escolas e a família Lévinas comemorou o fato.
Lévinas - 2
Era comum que a geração dos pais do fil?o iniciasse os jovens pelo hebraico. Mas tal geração compreendia que o caminho a seguir pelos jovens deveria passar pela cultura russa, pela línguua russa. Assim, era usual que nas famílias de origem judaica os pais falassem russo com os filhos.
Lévinas - 1
O filósofo afirmava ter poucas recordações de sua infância. Lembra que o pai tinha uma livraria em Kovno, Lituânia. Tinha cerca de 8 anos quando começou a guerra em 1914. Havia uma forte cultura judaica na região, muitas sinagogas, diversos lugares onde estudar.


Fonte: www.filosofia.com.br

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