quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A aurora segundo Homero.


Cada estrofe, cada canto
Um relato uma  inspiração,

Á Aurora, sua deusa da manhã.
 
Seus versos seguiam desordenados
Exprimindo idéias, lamurios e agrados,
Quebravam de tal a monotonia,
Que não requeria nenhuma simetria,
E nem os deuses se atreviam a concertá-los.
 
Adoravam Febo, deus do sol,
Aurora, deusa da manhã,
Era de Homero sua fonte de inspiração,
Que abriam com dedos de rosas,


Febo, deus do sol, enciumado,
Fez de Homero seu refém,
Aurora toda compadecida
Pediu a febo compaixão,
Rancor para um deus não é bom,
Homero vive dentro do meu coração.

Febo todo envergonhado
Libertou Homero do seu cativeiro,
Homero casou-se com Aurora,
E febo uniu-se ás musas do Hélicom,
Assim viveram todos felizes
Porque rancores para os deuses não era
bom.


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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A aurora segundo Homero.


Cada estrofe, cada canto
Um relato uma  inspiração,

Á Aurora, sua deusa da manhã.
 
Seus versos seguiam desordenados
Exprimindo idéias, lamurios e agrados,
Quebravam de tal a monotonia,
Que não requeria nenhuma simetria,
E nem os deuses se atreviam a concertá-los.
 
Adoravam Febo, deus do sol,
Aurora, deusa da manhã,
Era de Homero sua fonte de inspiração,
Que abriam com dedos de rosas,


Febo, deus do sol, enciumado,
Fez de Homero seu refém,
Aurora toda compadecida
Pediu a febo compaixão,
Rancor para um deus não é bom,
Homero vive dentro do meu coração.

Febo todo envergonhado
Libertou Homero do seu cativeiro,
Homero casou-se com Aurora,
E febo uniu-se ás musas do Hélicom,
Assim viveram todos felizes
Porque rancores para os deuses não era
bom.


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