quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O pensador na poesia de Pessoa

O poeta Fernando Pessoa ao modo de Alberto Caeiro soube maravilhosamente se expressar como quer um filósofo, com admiração e perplexidade diante da novidade do mundo:
 "O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
      E o que vejo a cada momento
 É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
    E eu sei dar por isso muito bem...
         Sei ter o pasmo essencial
   Que tem uma criança se, ao nascer,
    Reparasse que nascera deveras...
    Sinto-me nascida a cada momento
    Para a eterna novidade do mundo."

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O pensador na poesia de Pessoa

O poeta Fernando Pessoa ao modo de Alberto Caeiro soube maravilhosamente se expressar como quer um filósofo, com admiração e perplexidade diante da novidade do mundo:
 "O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
      E o que vejo a cada momento
 É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
    E eu sei dar por isso muito bem...
         Sei ter o pasmo essencial
   Que tem uma criança se, ao nascer,
    Reparasse que nascera deveras...
    Sinto-me nascida a cada momento
    Para a eterna novidade do mundo."

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