
Uma imagem que reflete um problema político e administrativo que abalou o Brasil no que diz respeito aos apagões ocorridos nos grandes centros urbanos há pouco mais de uma semana.
Esses moços.
Pobres moços.
Há se soubessem o que eu sei.
Não amavam.
Não passavam.
Aquilo que eu já passei.
Por meus olhos.
Por meus sonhos.
Por meu sangue.
Tudo, enfim, é que eu peço a
Esses moços que acreditem em mim.
Se eles julgam que há um lindo
Futuro.
Só o amor nesta vida conduz
Saibam que deixam o céu por
Ser escuro
E vão ao inferno à procura de luz.
Eu também tive nos meus belos dias
Essa mania que muito me custou
Pois só as mágoas que eu trago
Hoje em dia.
E essas rugas o amor me deixou.
Esses moços...
Pobres moços...
Há se soubessem o que eu sei.
Lupicínio Rodrigues
Na Escola Teônia Amaral, por exemplo, os candidatos do prefeito Sinval Salomão somente obtiveram 191 votos.
Uma vergonha!
Isso demonstra o desgaste político e administrativo porque passa o prefeito Sinval Nada Fez Laurentino".
Texto extraído do blog: www.robsonpiresxerife.com
Há quase um mês, comemorávamos a emancipação política de nossa pacata, acolhedora, não menos inquietante e interessante cidade, Florânia. Localizada na faixa que liga cidades da Serra de Santana no Seridó, Rio Grande do Norte, mostra-se próspera na cultura humana, religiosa e popular de seus habitantes, mas convive com um sério retrocesso econômico, principalmente no que diz respeito à geração de emprego e renda. É uma cidade que ainda sobrevive ao vigor de uma pouca atividade pecuária da sua zona rural.
Deveras, é preciso lembrar, aos 119 anos de Emancipação política de Florânia, que nossa cidade não é mais uma vila, tampouco um povoado.
Nossa cidade não pode, não deve, não merece ser tratada como tal. Hoje, temos um universo de pouco menos 9 mil habitantes que precisa de esperança e de um digno alimento interior, a expectativa de vida.
É preciso injetar em Florânia doses de auto-estima e de felicidade em seus moradores para uma convivência pacífica e saudável. Mas com uma administração como a que está aí é muito difícil obter ganhos nessa direção.
A atual administração, beirando um ano de atividade pública, não mostrou ainda a que veio. Está muito travada porque só pensa no econômico. Só se fala em crise econômica quando o assunto é transparência pública, quando o assunto é prestação de contas e lisura administrativa.
Tem que se definir uma coisa: o fator econômico é conseqüência de uma administração pautada na coerência e na transparência com o dinheiro dos OUTROS, DE TODOS. O DINHEIRO PÚBLICO É DA NOSSA CONTA, SIM.
Por outro lado, não sabemos por que a maior parte dos Prefeitos de nossa região, inclusive o da cidade de Florânia, quando o assunto é administrar, o negócio é dinheiro. Não se administra só dinheiro não, Sr. Prefeito, administram-se ações, administram-se idéias...
Cadê a criatividade ao administrar? Administram-se, sobretudo, empreendimentos, sonhos, expectativas, esperanças, enfim...
No alto desses 119 anos de Emancipação, estamos sentindo falta do que é realmente administrar uma cidade do porte e das potencialidades de Florânia.
A administração tem o dever de enxergar o potencial de nossa querida Florânia!!!
Florânia não tem o direito de viver como se estivesse no passado. Esta cidade tem que avançar. É uma exigência da sociedade como um todo e dos novos tempos.
Silmara Rejanny Nobre de Azevedo Meira,
Pedagoga.
Confiram os blogs:
WWW.umasreflexoes.blogspot.com
WWW.
WWW.floraniaja
Esses moços.
Pobres moços.
Há se soubessem o que eu sei.
Não amavam.
Não passavam.
Aquilo que eu já passei.
Por meus olhos.
Por meus sonhos.
Por meu sangue.
Tudo, enfim, é que eu peço a
Esses moços que acreditem em mim.
Se eles julgam que há um lindo
Futuro.
Só o amor nesta vida conduz
Saibam que deixam o céu por
Ser escuro
E vão ao inferno à procura de luz.
Eu também tive nos meus belos dias
Essa mania que muito me custou
Pois só as mágoas que eu trago
Hoje em dia.
E essas rugas o amor me deixou.
Esses moços...
Pobres moços...
Há se soubessem o que eu sei.
Lupicínio Rodrigues
Na Escola Teônia Amaral, por exemplo, os candidatos do prefeito Sinval Salomão somente obtiveram 191 votos.
Uma vergonha!
Isso demonstra o desgaste político e administrativo porque passa o prefeito Sinval Nada Fez Laurentino".
Texto extraído do blog: www.robsonpiresxerife.com
Há quase um mês, comemorávamos a emancipação política de nossa pacata, acolhedora, não menos inquietante e interessante cidade, Florânia. Localizada na faixa que liga cidades da Serra de Santana no Seridó, Rio Grande do Norte, mostra-se próspera na cultura humana, religiosa e popular de seus habitantes, mas convive com um sério retrocesso econômico, principalmente no que diz respeito à geração de emprego e renda. É uma cidade que ainda sobrevive ao vigor de uma pouca atividade pecuária da sua zona rural.
Deveras, é preciso lembrar, aos 119 anos de Emancipação política de Florânia, que nossa cidade não é mais uma vila, tampouco um povoado.
Nossa cidade não pode, não deve, não merece ser tratada como tal. Hoje, temos um universo de pouco menos 9 mil habitantes que precisa de esperança e de um digno alimento interior, a expectativa de vida.
É preciso injetar em Florânia doses de auto-estima e de felicidade em seus moradores para uma convivência pacífica e saudável. Mas com uma administração como a que está aí é muito difícil obter ganhos nessa direção.
A atual administração, beirando um ano de atividade pública, não mostrou ainda a que veio. Está muito travada porque só pensa no econômico. Só se fala em crise econômica quando o assunto é transparência pública, quando o assunto é prestação de contas e lisura administrativa.
Tem que se definir uma coisa: o fator econômico é conseqüência de uma administração pautada na coerência e na transparência com o dinheiro dos OUTROS, DE TODOS. O DINHEIRO PÚBLICO É DA NOSSA CONTA, SIM.
Por outro lado, não sabemos por que a maior parte dos Prefeitos de nossa região, inclusive o da cidade de Florânia, quando o assunto é administrar, o negócio é dinheiro. Não se administra só dinheiro não, Sr. Prefeito, administram-se ações, administram-se idéias...
Cadê a criatividade ao administrar? Administram-se, sobretudo, empreendimentos, sonhos, expectativas, esperanças, enfim...
No alto desses 119 anos de Emancipação, estamos sentindo falta do que é realmente administrar uma cidade do porte e das potencialidades de Florânia.
A administração tem o dever de enxergar o potencial de nossa querida Florânia!!!
Florânia não tem o direito de viver como se estivesse no passado. Esta cidade tem que avançar. É uma exigência da sociedade como um todo e dos novos tempos.
Silmara Rejanny Nobre de Azevedo Meira,
Pedagoga.
Confiram os blogs:
WWW.umasreflexoes.blogspot.com
WWW.
WWW.floraniaja