quinta-feira, 7 de maio de 2009

Mães contemporâneas.


A maioria das mulheres brasileiras (51%) são mães. Diante dessa realidade, o IBOPE Mídia desenvolveu um estudo completo para traçar o perfil das "Mães Contemporâneas", mulheres atuais, que convivem com uma exaustiva jornada: de mãe, profissional bem sucedida e dona de casa. A análise é baseada em diversos estudos regulares do IBOPE Mídia, além de uma pesquisa especial sobre as mães contemporâneas, que considerou informações de mulheres de 10 anos ou mais das oito principais regiões metropolitanas do País (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Fortaleza e Salvador).
Praticamente dois terços das mulheres das classes D/E no Brasil têm filhos. Nas classes A/B, esse número é de 46%. A idade média das mães é de 38 anos, dois a mais do que das mães D/E e, dessas, 18% têm até 24 anos.
Um terço das mães brasileiras não vive com companheiros e não são casadas; 56% delas dedicam-se a atividades profissionais. Destas, 43% são chefes de família, ou seja, três milhões de mulheres. A maioria das mães que trabalham (67%) afirma que é capaz de sustentar sua família sozinha, ainda que os homens ganhem em média 32% a mais que as mulheres. Dentre as mães trabalhadoras, 34% está no setor informal, 41% são autônomas e 4% conduzem seus próprios negócios.
Do total das mães, 68% consideram difícil conciliar trabalho, maternidade e casamento. Para as mães que trabalham, o trabalho significa realização pessoal (90%), independência (82%) e proporciona o contato com pessoas diferentes (81%). Para elas, a estabilidade no trabalho é mais importante que o dinheiro que ganham, pois 55% pretendem seguir carreira e valorizam a atuação profissional. Isso, certamente, demanda tempo. Talvez também por essa razão, mais da metade delas gostaria de se dedicar mais tempo aos filhos.
A casa é considerada o melhor lugar do mundo. É o verdadeiro porto seguro para a grande maioria das mães. Em geral, elas preferem passar uma noite calma em casa a sair, têm prazer em receber os amigos e não abrem mão do conforto. A cozinha é parte fundamental no dia-a-dia. Para elas o ato de cozinhar é fascinante e transcende a alimentação.
As mães que não trabalham rejeitam menos as tarefas domésticas do que as que trabalham fora, mas ambas concordam que cuidar da casa e dos filhos cansa mais do que trabalhar fora (76%). Os parceiros do cenário contemporâneo são participativos e atuantes nas situações do dia-a-dia. Em 15% dos domicílios há a presença de ajudantes domésticas. Desse total, 47% são mensalistas e entre as mães que trabalham, esse número cresce para 64%.
A família das mães que não trabalham é 11% maior. Há em média 1,7 crianças de zero a 11 anos nos domicílios brasileiros.
Para as mães contemporâneas, o principal problema das crianças hoje em dia é a falta de limites, porém para a maioria das mães é difícil dizer não aos filhos. A sensação de aproveitar o tempo com a família é maior entre as mães que não trabalham. Para a maioria delas é importante que a família pense que estão bem, além de considerarem os pais mais importantes na educação dos filhos do que a escola.
Mesmo com tantas atribuições e responsabilidades, as mães se consideram felizes (88%). Elas acham importante manterem-se jovens e 76% delas estão satisfeitas com a sua aparência. As mães que trabalham estão mais atentas aos cuidados estéticos, que vão desde a forma física e uso de maquiagem até o preparo de refeições saudáveis, ainda que admitam não ter tempo e, se pudessem, fariam plástica (57%). Elas se consideram alegres, independentes e espirituais.
Em momentos de lazer, as mães que trabalham costumam sair mais de casa. Elas frequentam cafés, teatros, shoppings, clubes, restaurantes e parques. Em casa, elas brincam de karaoquê e lêem livros. O contato com as mídias é, em média, de seis horas diárias e é considerado um hábito de lazer já que entretém e informa simultaneamente.
As mídias de massa como TV e Rádio são consumidas por praticamente todas as mães, seguindo a tendência de consumo da população. Analisando os demais meios, as mães que trabalham se destacam no consumo de todos eles. Em alguns casos, como internet e cinema, o consumo chega a ser duas vezes maior.
A internet é mais acessada pelas mães que trabalham e as atividades mais realizadas são envio de e-mails, pesquisas pessoais e acesso a sites de comunicação (revistas, jornais, rádio e TV).
Nas compras, as mulheres, de forma geral, são impulsivas. A maioria gosta de variar as marcas, trocam idéias com amigos sobre as compras e valorizam produtos de higiene pessoal. As mães que trabalham afirmam sentir prazer em comprar e preferem pagar a prazo. Elas nem sempre se interessam pelas marcas dos produtos, mas gostam de marcas refinadas e produtos nacionais. Dão importância a produtos que facilitem o dia-a-dia e os filhos influenciam nas compras da casa.
Já para as mães que não trabalham, o preço é fator determinante. Elas procuram ofertas e descontos e planejam a compra de produtos caros. Geralmente lêem os rótulos e, embora prefiram marcas tradicionais, se consideram fiéis às marcas que consomem, mas experimentam novas opções.







Jackislandy Meira de M. Silva, Professor e Filósofo.
Confiram os blogs:
www.umasreflexoes.blogspot.com ewww.chegadootempo.blogspot.com

sexta-feira, 1 de maio de 2009

NIILISMO: PERDA DE SENTIDO

Estamos inseridos numa sociedade marcadamente veloz, onde princípios ou valores parecem não conter mais o desejo do homem de autorealizar-se, de ser feliz. Basta olharmos a enorme gama de alternativas profissionais no campo de trabalho, umas despontando mais do que outras apenas porque atendem ao modelo econômico neoliberal, ora em crise, que associa os valores aos bens de consumo ou de mercado, podendo desgastar-se facilmente a troco de nada.
Assim o fluir de uma atmosfera meramente relativista de modelos a seguir se multiplicam para atender às exigências do mercado ou da “Indústria cultural”, como nos afirmava Foucault, que sublinhava esse aspecto condicionado à inclinação do homem moderno para criação de muitas, fúteis e falsas necessidades.
Anterior a toda carga volátil mencionada, Nietzsche já se adiantava e percebia o problema: como podemos viver em um mundo sem algo(Deus) que garanta que a vida tenha sentido? Ele admitiu, enfim, que até Deus estava morto para iniciar sua longa busca por uma resposta não religiosa ao significado da vida, tentando escapar à sensação de desespero que seguiu sua perda de fé no cristianismo.
É exatamente nisto que consiste o niilismo, tema de nossa reflexão, “que os valores supremos se desvalorizam”( NIETZSCHE, Fragmentos Póstumos. In REALE, 1999:17), faltando o fim, a resposta ao por quê. Esta angústia do homem em não encontrar o Ser, a segurança ou a instância última de sua vida esteve presente por bastante tempo nas reflexões filosóficas de Schopenhauer, Kierkegaard, culminando em Nietzsche com o niilismo, crença de que nada tem sentido, nada tem importância. Para ele, é o principal problema enfrentado pela modernidade:
“A cultura contemporânea perdeu o sentido daqueles grandes valores que, na era antiga e medieval e também nos primeiros séculos da era moderna, constituíam pontos de referência essenciais, e em ampla medida irrenunciáveis, no pensamento e na vida”(REALE, 1999:17).

Pretendemos desse modo abrir uma discussão no tocante ao problema do niilismo, que não está superado, e nos ajudará a compreender melhor o mundo e as pessoas no qual vivem. Tal pretensão é muito válida porque haveremos de alcançar uma disposição acertada sobre a metafísica. A falta desta em nossa visão do mundo e das coisas compromete-nos fortemente a uma vida sem sentido, sem um norte, sem fim a perseguir.
O niilismo, além de nos levar a uma experiência de vazio terrível, carrega-nos para uma desvalorização e negação dos seguintes princípios: princípio primeiro, Deus; fim último; ser; bem; verdade.
Certamente, encontramos nesses aspectos a raiz de todos os males do século XXI, assim como afirma Nietzsche que o ideal foi até agora a força caluniadora do mundo e do homem propriamente dita, o sopro venenoso sobre a realidade, a grande sedução que leva ao nada.
Ainda em outro fragmento, intitulado como diário do niilista, esclarece-se plenamente o conceito de ateísmo no sentido de niilismo: “tudo existe, mas não há fins – o ateísmo como falta de ideais”(Ibidem, p.25).
E, por fim: “A mudança absoluta que ocorre com a negação de Deus – Não temos mais absolutamente nenhum Senhor acima de nós; o velho mundo dos valores é teológico – este é derrubado”(Ibidem).
Em suma, a afirmação “Deus está morto” é a fórmula emblemática do niilismo e significa que o mundo meta-sensível(o mundo metafísico) dos ideais e dos valores supremos, concebido como ser em si, como causa e como fim – ou seja, como aquilo que dá sentido a todas as coisas materiais, em geral, e à vida dos homens, em particular -, perdeu toda consistência e toda importância.
É preciso, com isso, propor um resgate dos valores antigos com roupagens diferentes, com uma percepção nova dos problemas da realidade. Ou, como lembrava Nietzsche, a transvaloração como indicativo urgente para a crise da perda de sentido. Seria procurar mostrar exatamente isto:
“Que os valores e sua variação estão relacionados com o aumento da potência de quem põe os valores; a medida de incredulidade, de uma reconhecida liberdade do espírito como expressão do aumento de potência; niilismo como ideal de suprema potência do espírito, de vida riquíssima: em parte destrutivo, em parte irônico”(REALE, 1999:26).


Cf. REALE, Giovanni. O saber dos antigos. SP: Loyola, 1999.


Jackislandy Meira de M. Silva,
Professor e Filósofo.
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sexta-feira, 24 de abril de 2009

O último homem no prólogo de "Assim Falava Zaratustra".



“Vede que sou um arauto do raio e uma pesada gota que cai da nuvem. Mas esse raio se chama super-homem”. Nietzsche anuncia um além do homem que, mesmo tentando descrevê-lo no prólogo desta obra, não sabemos de fato quem é este homem ou este além do homem, porque ele é muito mais do podemos pensar sobre ele, é algo que a nossa razão não dá conta.
No entanto, essa obra escrita no final do século XIX, entre 1882 a 1886, mostraria marcadamente um período muito intenso de toda atividade literária de Nietzsche, uma vez que fora escrita em paralelo com outra grande obra de sua autoria, “A Gaia Ciência”. Logo após a criação dessas duas pérolas da Filosofia, surge uma outra que é contemporânea, não menos importante, “Para Além do Bem e do Mal”.
Certamente, “Assim falava Zaratustra” não é uma de suas obras das mais fáceis, haja vista o tom do autor carregado de metáforas, variados personagens e bastante profético.
Zaratustra atinge a todos com seu discurso, embora saiba que não estão nem aí pra ele, pois fala diretamente à Cultura, da qual temos grande orgulho, porque é o que nos diferencia dos pastores de cabras. Mesmo assim, insiste em falar. Seu desejo é anunciar. Falar de quê? Anunciar o quê? De algo desprezível, isto é, do último homem.
“Chegou o tempo para que o homem se fixe em um objetivo. Chegou o tempo para que o homem semeie o germe de sua mais elevada esperança. Para isso, seu solo é ainda bastante rico. Mas um dia pobre e árido será esse terreno e nele já não poderá germinar nenhuma grande árvore. Ai! Aproxima-se o tempo em que o homem já não lançará por sobre o homem a flecha de seu desejo e em que a corda de seu arco terá desaprendido a vibrar. Isso vos digo: é preciso ter ainda um caos dentro de si para gerar uma estrela que dança. Isso vos digo: tendes ainda um caos dentro de vós. Ai! Aproxima-se o tempo em que o homem jaó não conseguirá gerar estrela alguma. Aproxima-se o tempo do mais desprezível dos homens, daquele que já não pode se desprezar a si mesmo”(Nietzsche, Assim falava Zaratustra, pág. 21).
Até aqui já seria suficiente para julgar as palavras de Nietzsche acerca do possível homem que a humanidade iria vislumbrar. Que a humanidade iria gerar. Um homem além de seu tempo, mas muito mais desprezível do que antes. Há mais de um século distante de nós, Nietzsche fora capaz de se aperceber imbuído de um vigor fora do comum que o apoderou de si mesmo para intuir um além do homem que não conhece, independente, mas que não é o homem, disso ele tem certeza. Este além do homem não o homem. É algo a que ele aspira, que deseja ardentemente. Zaratustra continua incansável seu discurso:
“Olhai! Vou mostrar-lhes o último homem. Que é o amor? Que é a criação? O que é um desejo ardente? O que é uma estrela? Isso pergunta o último homem e pisca os olhos”(ibidem, pág. 22). Nietzsche coloca na boca de seu personagem, Zaratustra, ironia e verdades que nos chocam ainda hoje. O mundo passa constantemente pela escassez de homens criadores, amorosos, cheios de desejos, que procure uma estrela, enfim... Poetas, filósofos, artistas, professores, políticos, religiosos, padres, pastores... Onde estão vocês? É, de fato, um cala boca em todos aqueles que se denominam donos de uma cultura neoliberal, cuja finalidade é só o lucro, em que a base da economia é o dinheiro, a moeda. A crise econômica chegou a um colapso, a estágios mais do que urgentes devido ao interesse do homem em manipular seu dinheiro apenas para sua sobrevivência sem precisar trabalhar. Ganhar dinheiro com dinheiro, sem trabalhar. Esta é a dura realidade imposta por um modelo econômico neoliberal que se encontra em crise, em declínio. Mais uma fase do capitalismo chegando ao seu fim. Que homens queremos ser? A voz de Zaratustra soa em nossos ouvidos ainda hoje. É mais atual do que nunca!
Com toda sagacidade de Nietzsche, Zaratustra ainda tocou num grave problema de nosso tempo sem viver nesse tempo, saúde e doenças. A cultura da saúde idolatrou a cultura da beleza. Fazer exercícios físicos e duras dietas tornou-se obsessão para milhares de pessoas em todo o mundo. A prioridade deixou de ser a saúde para se tornar uma busca incontrolável pelo corpo esbelto. Quem é magro é belo. Quem é gordo é feio. Valores que mudaram a curto prazo. Somos escravos dessa cultura, modelos únicos que são seguidos por modismos sem nenhum tipo de reflexão, de crítica, de gosto, de respeito aos valores individuais. Apenas se aceita e se vive assim. Mas voltemos a Nietzsche. Socorra-nos, por favor.
“A terra se tornará então pequena, e sobre ela andará aos saltos o último homem, que torna tudo pequeno. Sua espécie é indestrutível como a do pulgão. O último homem será o que viver mais tempo. Descobrimos a felicidade – dizem os últimos homens e piscam os olhos. Abandonaram as regiões onde a vida era dura porque precisam de calor. Ainda amam o vizinho e se encostam nele porque uma pessoa necessita calor. Doença e desconfiança são, a seus olhos, pecado. Anda-se com toda a cautela. Insensato aquele que ainda tropeça nas pedras e nos homens! Vez por outra, algum veneno. É algo que proporciona agradáveis sonhos. E, no fim, muito veneno para morrer agradavelmente. Trabalha-se ainda porque o trabalho distrai. Mas toma-se cuidados para que a distração não se transforme em cansaço. Já não se sente necessidade de ser pobre ou rico. São duas coisas demasiado penosas. Quem quererá ainda governar? Quem quererá ainda obedecer? São duas coisas por demais penosas. Nenhum pastor e só um rebanho! Todos querem a mesma coisa, todos são iguais. Aquele que pensar de modo diverso, que encaminhe voluntariamente seus passos para o manicômio. Em outros tempos, todos eram loucos, dizem os mais perspicazes e piscam os olhos. Somos sábios e sabemos tudo o que se passou antigamente. Dessa maneira temos do que zombar sem cessar. Subsistirão ainda querelas, mas a reconciliação vem depressa, com receio de estragar a digestão. Não vai faltar um pouco de prazer durante o dia e outro tanto durante a noite. Mas reverenciar-se-á a saúde. Descobrimos a felicidade, dizem os últimos homens e piscam os olhos”(ibidem).


Cf.: NIETZSCHE, F. W. Assim Falava Zaratustra. São Paulo: Escala.

Jackislandy Meira de M. Silva,
Professor e Filósofo.
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sábado, 18 de abril de 2009

SEU DESÍGNIO IRÁ LEVÁ-LO ONDE VOCÊ É CELEBRADO, EM VEZ DE TOLERADO.

(a foto é uma apresentação teatral dos alunos da Escola Aprígio Soares, ano passado em Florânia, sob uma forte expectativa de mudança de vida, cheios de sonhos e entusiasmadas com seus desígnios).


A expressão acima, muito bem dita e ensinada por um dos maiores conferencistas dos EUA, Dr. Mike Murdock, mostra afirmativamente que nós precisamos proteger o dom de Deus que há em nós, não dando nenhum espaço para a discriminação, para a rejeição ou para a baixa-estima. Estava dizendo a pouco para uma pessoa muito especial que temos, todos nós sem exceção, algo muito precioso dentro de nós que precisamos descobrir e zelar por isso. Esse "isso" é o seu desígnio para o qual você foi criado. Jesus disse aos seus discípulos que alguém, em algum lugar, em algum momento, irá celebrá-lo, valorizá-lo:


"E, em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai saber quem nela seja digno e hospedai-vos aí até que vos retireis. E, quando entrardes nalguma casa, saudai-a; e, se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; mas, se não for digna, torne para voz a vossa paz. E, se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés"(Mateus 10.11-14).


A intimidade deve ser ganha. Jesus recebia diferentes demonstrações de amor. João, o amado, deitava a cabeça em seu ombro. Pedro, Tiago e João eram seus três principais confidentes. Os 12 discipulos viajavam com Ele. Além disso, havia outros ajudadores de seu ministério e as multidões. A busca pelo Mestre determinava o acesso que Jesus dava aos outros.


Não existe fim para as dúvidas que o inimigo coloca em sua mente sobre a sua vida e o seu desígnio. É bom avaliar seus esforços, analisar sua produtividade e esforçar-se para viver no mais alto nível espiritual.


Jesus disse aos discipulos para avaliarem a casa a ser visitada. Examine as pessoas com quem você estará. Pergunte a si mesmo: "Essas pessoas valem os dons que Deus me concedeu? Elas são capazes de celebrar-me como um tesouro?


Qualifique o solo ao seu redor antes de plantar a semente de sua vida. Lembre-se: seu desígnio irá levá-lo onde você é celebrado, em vez de tolerado. O que conta aqui é o fato de sermos valorizados e celebrados aonde formos, mas nunca tolerados. Não se esqueça dessas palavras de sabedoria.






Adaptado por Jackislandy Meira de M. Silva, do Livro: "O Desígnio, O Sonho e O Destino" de Mike Murdock, Rio de Janeiro: Ed. Gospel. 2009.


sexta-feira, 17 de abril de 2009

Concursados de Florânia protestam contra atitude do prefeito


Prefeito de Florânia reabre Processo Administrativo contra Funcionários Concursados.Este seu argumento ou falácia, Sr. Prefeito, de dizer que tudo está na Lei não funciona para as mentes sãs e de espírito atilado. Isso só revela seu escravo legalismo desenfreado, sem ética, sem espírito e sem autonomia na concorrência para o bem e para a prática da justiça.
Com artimanhas maquiavélicas de oportunismo pensa enganosamente que vai longe a fazer injustiças às claras contra o povo e a praticar crime de perseguição política em nosso meio. Estás enganado, embaraçado e desumano, insensível às necessidades alheias. Alguns o chamam de mal, isso é um elogio. És um despreparado! Florânia assiste de camarote a um show de despreparo do atual gestor.
Na medida em que se pretendeu advogar como Prefeito – e não a gerir como Prefeito - , o atual “Prefeito advogado”, digo, “Advogado Prefeito” fracassa em sua empresa de administrar uma cidade tão rica culturalmente, cuja imagem anda comprometida aqui e lá fora por causa de seus desmandos. É o que qualquer um, de fato como de direito, pode constatar:
“Um caos administrativamente” que dispensa qualquer análise política, por mais rasteira que seja, a seu respeito. Com isso, ao invés de estar planejando ou projetando como administrar estruturalmente sua cidade, sobram-lhe tempo e dinheiro suficientes para REABRIR UM PROCESSO ADMINISTRATIVO (alegando averiguar a regularidade da nomeação dos servidores, tendo em consideração a efetiva existência, ou não, de vagas legalmente criadas para os cargos atualmente ocupados) contra funcionários que só querem trabalhar sossegadamente sem nenhum aborrecimento ou constrangimento. E novamente, o presente ato do Sr. Prefeito encontra-se eivado de contradições. Um olhar atento encontra gritantes contradições.
Seu legalismo mata, “como a traça ou a ferrugem”, consome ou corrói, porque justifica suas más ações no direito, mas não se serve dele para promover o bem e a dignidade humanas. Enquanto a palavra de ordem da atual administração devia ser “RECONHECIMENTO”, o que se percebe é o “DESCONHECIMENTO” dos direitos trabalhistas.
Já que optou por ser político, deveria, ao menos, zelar pelo erário público, aplicando com mais transparência nosso dinheiro, do que propalar por aí a enfadonha ideia de que “só faz assim”, ou “só faz isso” ou “só acontece aquilo” porque a lei permite. A lei deve libertar o homem e não escravizá-lo. Do contrário, deveria ter ficado como advogado, esforçando-se para trabalhar o mais eficazmente possível como defensor, isso sim, dos interesses do povo e da legislação brasileira. Infelizmente, veio a ser Prefeito, aqui está o ponto; para servir ao povo quando o fere de modo gritante; diminuir as injustiças quando multiplica ofensas e constrangimentos entre os mais simples do povo; para ser ético e responsável no cargo que ora ocupa quando prefere o contrário, agredir a ética de pessoas de bem que só querem trabalhar legalmente no cargo a que foram nomeadas, enquanto dezenas ou até centenas de pessoas são contratadas ilegalmente, de modo escuso, para prestar serviços à Prefeitura de Florânia. Um absurdo!


ASSINA: Funcionários concursados de Florânia que assumem legalmente seus cargos.
Fonte: www.robsonpiresxerife.com

quinta-feira, 16 de abril de 2009

É tempo de conquistar.

Os céus são os céus do SENHOR; mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens. (Salmo 115.16)
A partir do que está escrito no Salmo 115.16, é fácil concluir que Deus deu a terra para ser conquistada pelo homem, independente da sua fé. Contudo, é preciso ir ao encontro daquilo que se almeja no âmbito material e espiritual. Mas há uma promessa específica para o povo de Deus em Deuteronômio 28.13: E o SENHOR te porá por cabeça e não por cauda; e só estarás em cima e não debaixo, quando obedeceres aos mandamentos do SENHOR, teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e fazer. Dentre tantos elementos que podem ser apresentados, destaco seis fundamentais para que você seja um vitorioso: 1)fazer escolhas certas, com base na razão e na Palavra de Deus; 2)ser uma pessoa ativa e produtiva; 3)não desperdiçar os recursos (tempo, bens e talentos);4)ter disciplina e respeitar regras, princípios e autoridades; 5)ter ambição e projetos. 6)Ter alvos espirituaisA pessoa que deseja conquistar seus sonhos, primeiro, precisa aprender a fazer escolhas certas na vida. O livre-arbítrio e a consciência nos tornam diferentes dos animais e semelhantes a Deus. O ser humano é livre para decidir o que almeja. Quando o faz, suas ações são dirigidas para o seu alvo e para as prioridades que estabeleceu. No entanto, para definir seus objetivos, deve usar a inteligência (a capacidade de aprender, apreender e compreender) e a sabedoria (a capacidade de discernir as coisas, distinguindo o que é mais importante, com prudência, sensatez).
Não permita que suas escolhas sejam feitas com base apenas em emoções, na intuição ou na opinião dos outros. Estes elementos até podem influenciar sua decisão, porém são subsídios secundários. É a Palavra de Deus que deve orientar suas escolhas. Ela é a verdade e a fonte da sabedoria (Pv 3.13-18).
Em segundo lugar, se você quer conquistar seus objetivos, preste atenção ao que é dito em Gênesis 2.15: Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. O Altíssimo colocou o homem na terra para produzir e gerar bem-estar, pois não suporta a improdutividade. Ele chama o servo que não quis ser produtivo de negligente e mau (Mateus 25.26). Com isso, aprendemos que ninguém conquista nada se não for produtivo.
Em terceiro lugar, Deus colocou o homem na terra para lavrar, cuidar, zelar, e não para desperdiçar. O Senhor detesta o desperdício. Em Tiago 4.3, está escrito: Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. Em Isaías 55.2, o povo é exortado porque gastava o dinheiro com aquilo que não era pão; consumia o produto do seu trabalho com algo que não tinha valor e não alimentava nem o corpo nem a alma. Tem gente que só compra besteira. Não pode ver uma liquidação, que corre para comprar o que não precisa. Como é que você quer conquistar algo maior se desperdiça tudo com bobagens?Em quarto lugar, quem deseja conquistar seus sonhos, precisa ter disciplina, obedecer às regras, aos princípios e às autoridades. Para se comprar um apartamento, é necessário ter o dinheiro da entrada e arcar com prestações que caibam dentro do orçamento. Isto é uma regra, um princípio que não deve ser quebrado.Ser submisso às autoridades é outro elemento fundamental. O ser humano precisa aprender a obedecer. Não adianta querer fazer o que se quer, desrespeitar o chefe, sublevar a ordem imposta e tentar dar-lhe uma rasteira para ocupar posições maiores.Em quinto lugar, tenha ambição, desejo de conquistar algo superior. Isto será uma força motivadora para você agir na vida. Almeje comprar um imóvel e não mais viver de aluguel; almeje ser um profissional de sucesso, uma pessoa melhor. Mas lembre-se de que, para galgar patamares superiores, você precisa ser liberal.Contudo, ao ambicionar algo melhor e uma posição superior, cuidado com quatro coisas destrutivas que impedem o homem de alcançar seus objetivos: a ganância (desejar algo a qualquer preço, não se importando se é ilícito e se prejudicará seu próximo), a cobiça (a ambição desmedida por riquezas e o desejo desenfreado de atender à sua natureza), a inveja (o desgosto e pesar pelo sucesso do outro) e o egoísmo (o amor e a consideração excessiva por si mesmo, a ponto de desprezar o interesse dos outros).
Qual o remédio para esses males? É amar a Deus e a seu próximo como a si mesmo; é ser liberal, bondoso e altruísta!Em Provérbios 19.17 (ARA), é dito: Ser bondoso com os pobres é emprestar ao SENHOR, e ele nos devolve o bem que fazemos. Em Provérbios 3.9,10, há uma grande promessa: Honra ao SENHOR com a tua fazenda e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e trasbordarão de mosto os teus lagares. Priorizar a Deus e ser bondoso e liberal, abençoando outros com nossos bens materiais, livra-nos da ganância!
Além disso, a vida não se resume apenas às conquistas materiais; existem as conquistas espirituais. E a pessoa inteligente considera essas duas dimensões.
Sendo assim, estabeleça objetivos materiais, mas não se esqueça de ter alvos espirituais. Deseje conhecer Deus e aprofundar sua comunhão com Ele. Para alcançar este propósito, ore e consagre-se. O Senhor quer manifestar-se e tem coisas tremendas, que você não sabe, para revelar-lhe. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós (Tiago 4.8a).
Também é necessário buscar conhecimento maior da Bíblia. Nunca vi tantos crentes rasos no conhecimento divino. Errais, não conhecendo as Escrituras (Mateus 22.49). Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (1 Timóteo 4.1).
Há um bombardeio na mídia para desmerecer a Bíblia, como se ela fosse um livro de mentiras. Há uma pressão nas escolas para ensinar que o universo é obra do acaso, uma questão de evolução. Há artimanhas de todo tipo para deturpar a Palavra. É tempo de conhecer o Deus que você serve. Só assim poderá dizer como Paulo, em 2 Timóteo 1.12: Eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele Dia.
O que você está fazendo para este Deus que tudo faz, que salva, liberta, transforma, abençoa e dá vida? Não fique apenas preocupado com a corrida pela sobrevivência. Use seu tempo, seu talento e seus recursos na obra do Senhor também. Seja mais agradável e relacione-se melhor com as pessoas.
É tempo de conquistar vidas para Cristo, e você é o maior instrumento para isto! Quantas pessoas você leva à igreja durante o ano? Este é um tempo de uma nova unção de Deus sobre a sua vida, de um novo patamar espiritual! O Altíssimo quer levá-lo a uma nova estação e derramar um óleo fresco sobre a sua cabeça. O Senhor quer levantá-lo com poder e autoridade. Ele quer usá-lo! Saia, então, da mesmice e da mediocridade.
Que a mão de Deus esteja sobre você! Que as janelas dos céus sejam abertas! Que coisas novas aconteçam na sua vida! Aquilo que o ouvido não ouviu, que o olho não viu e que não chegou ao nosso coração é o que Ele tem preparado para você.
Pastor Silas Malafaia

NOVA TABELA DE REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO


Aí estão as promoções para Janeiro de 2010. Confira, são nossas conquistas com a greve da Educação. Mais lutas virão para a real implementação do Piso Nacional em nosso Estado do RN.



Fonte: www.grevedaeducacao.zip.net

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Mães contemporâneas.


A maioria das mulheres brasileiras (51%) são mães. Diante dessa realidade, o IBOPE Mídia desenvolveu um estudo completo para traçar o perfil das "Mães Contemporâneas", mulheres atuais, que convivem com uma exaustiva jornada: de mãe, profissional bem sucedida e dona de casa. A análise é baseada em diversos estudos regulares do IBOPE Mídia, além de uma pesquisa especial sobre as mães contemporâneas, que considerou informações de mulheres de 10 anos ou mais das oito principais regiões metropolitanas do País (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Fortaleza e Salvador).
Praticamente dois terços das mulheres das classes D/E no Brasil têm filhos. Nas classes A/B, esse número é de 46%. A idade média das mães é de 38 anos, dois a mais do que das mães D/E e, dessas, 18% têm até 24 anos.
Um terço das mães brasileiras não vive com companheiros e não são casadas; 56% delas dedicam-se a atividades profissionais. Destas, 43% são chefes de família, ou seja, três milhões de mulheres. A maioria das mães que trabalham (67%) afirma que é capaz de sustentar sua família sozinha, ainda que os homens ganhem em média 32% a mais que as mulheres. Dentre as mães trabalhadoras, 34% está no setor informal, 41% são autônomas e 4% conduzem seus próprios negócios.
Do total das mães, 68% consideram difícil conciliar trabalho, maternidade e casamento. Para as mães que trabalham, o trabalho significa realização pessoal (90%), independência (82%) e proporciona o contato com pessoas diferentes (81%). Para elas, a estabilidade no trabalho é mais importante que o dinheiro que ganham, pois 55% pretendem seguir carreira e valorizam a atuação profissional. Isso, certamente, demanda tempo. Talvez também por essa razão, mais da metade delas gostaria de se dedicar mais tempo aos filhos.
A casa é considerada o melhor lugar do mundo. É o verdadeiro porto seguro para a grande maioria das mães. Em geral, elas preferem passar uma noite calma em casa a sair, têm prazer em receber os amigos e não abrem mão do conforto. A cozinha é parte fundamental no dia-a-dia. Para elas o ato de cozinhar é fascinante e transcende a alimentação.
As mães que não trabalham rejeitam menos as tarefas domésticas do que as que trabalham fora, mas ambas concordam que cuidar da casa e dos filhos cansa mais do que trabalhar fora (76%). Os parceiros do cenário contemporâneo são participativos e atuantes nas situações do dia-a-dia. Em 15% dos domicílios há a presença de ajudantes domésticas. Desse total, 47% são mensalistas e entre as mães que trabalham, esse número cresce para 64%.
A família das mães que não trabalham é 11% maior. Há em média 1,7 crianças de zero a 11 anos nos domicílios brasileiros.
Para as mães contemporâneas, o principal problema das crianças hoje em dia é a falta de limites, porém para a maioria das mães é difícil dizer não aos filhos. A sensação de aproveitar o tempo com a família é maior entre as mães que não trabalham. Para a maioria delas é importante que a família pense que estão bem, além de considerarem os pais mais importantes na educação dos filhos do que a escola.
Mesmo com tantas atribuições e responsabilidades, as mães se consideram felizes (88%). Elas acham importante manterem-se jovens e 76% delas estão satisfeitas com a sua aparência. As mães que trabalham estão mais atentas aos cuidados estéticos, que vão desde a forma física e uso de maquiagem até o preparo de refeições saudáveis, ainda que admitam não ter tempo e, se pudessem, fariam plástica (57%). Elas se consideram alegres, independentes e espirituais.
Em momentos de lazer, as mães que trabalham costumam sair mais de casa. Elas frequentam cafés, teatros, shoppings, clubes, restaurantes e parques. Em casa, elas brincam de karaoquê e lêem livros. O contato com as mídias é, em média, de seis horas diárias e é considerado um hábito de lazer já que entretém e informa simultaneamente.
As mídias de massa como TV e Rádio são consumidas por praticamente todas as mães, seguindo a tendência de consumo da população. Analisando os demais meios, as mães que trabalham se destacam no consumo de todos eles. Em alguns casos, como internet e cinema, o consumo chega a ser duas vezes maior.
A internet é mais acessada pelas mães que trabalham e as atividades mais realizadas são envio de e-mails, pesquisas pessoais e acesso a sites de comunicação (revistas, jornais, rádio e TV).
Nas compras, as mulheres, de forma geral, são impulsivas. A maioria gosta de variar as marcas, trocam idéias com amigos sobre as compras e valorizam produtos de higiene pessoal. As mães que trabalham afirmam sentir prazer em comprar e preferem pagar a prazo. Elas nem sempre se interessam pelas marcas dos produtos, mas gostam de marcas refinadas e produtos nacionais. Dão importância a produtos que facilitem o dia-a-dia e os filhos influenciam nas compras da casa.
Já para as mães que não trabalham, o preço é fator determinante. Elas procuram ofertas e descontos e planejam a compra de produtos caros. Geralmente lêem os rótulos e, embora prefiram marcas tradicionais, se consideram fiéis às marcas que consomem, mas experimentam novas opções.







Jackislandy Meira de M. Silva, Professor e Filósofo.
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sexta-feira, 1 de maio de 2009

NIILISMO: PERDA DE SENTIDO

Estamos inseridos numa sociedade marcadamente veloz, onde princípios ou valores parecem não conter mais o desejo do homem de autorealizar-se, de ser feliz. Basta olharmos a enorme gama de alternativas profissionais no campo de trabalho, umas despontando mais do que outras apenas porque atendem ao modelo econômico neoliberal, ora em crise, que associa os valores aos bens de consumo ou de mercado, podendo desgastar-se facilmente a troco de nada.
Assim o fluir de uma atmosfera meramente relativista de modelos a seguir se multiplicam para atender às exigências do mercado ou da “Indústria cultural”, como nos afirmava Foucault, que sublinhava esse aspecto condicionado à inclinação do homem moderno para criação de muitas, fúteis e falsas necessidades.
Anterior a toda carga volátil mencionada, Nietzsche já se adiantava e percebia o problema: como podemos viver em um mundo sem algo(Deus) que garanta que a vida tenha sentido? Ele admitiu, enfim, que até Deus estava morto para iniciar sua longa busca por uma resposta não religiosa ao significado da vida, tentando escapar à sensação de desespero que seguiu sua perda de fé no cristianismo.
É exatamente nisto que consiste o niilismo, tema de nossa reflexão, “que os valores supremos se desvalorizam”( NIETZSCHE, Fragmentos Póstumos. In REALE, 1999:17), faltando o fim, a resposta ao por quê. Esta angústia do homem em não encontrar o Ser, a segurança ou a instância última de sua vida esteve presente por bastante tempo nas reflexões filosóficas de Schopenhauer, Kierkegaard, culminando em Nietzsche com o niilismo, crença de que nada tem sentido, nada tem importância. Para ele, é o principal problema enfrentado pela modernidade:
“A cultura contemporânea perdeu o sentido daqueles grandes valores que, na era antiga e medieval e também nos primeiros séculos da era moderna, constituíam pontos de referência essenciais, e em ampla medida irrenunciáveis, no pensamento e na vida”(REALE, 1999:17).

Pretendemos desse modo abrir uma discussão no tocante ao problema do niilismo, que não está superado, e nos ajudará a compreender melhor o mundo e as pessoas no qual vivem. Tal pretensão é muito válida porque haveremos de alcançar uma disposição acertada sobre a metafísica. A falta desta em nossa visão do mundo e das coisas compromete-nos fortemente a uma vida sem sentido, sem um norte, sem fim a perseguir.
O niilismo, além de nos levar a uma experiência de vazio terrível, carrega-nos para uma desvalorização e negação dos seguintes princípios: princípio primeiro, Deus; fim último; ser; bem; verdade.
Certamente, encontramos nesses aspectos a raiz de todos os males do século XXI, assim como afirma Nietzsche que o ideal foi até agora a força caluniadora do mundo e do homem propriamente dita, o sopro venenoso sobre a realidade, a grande sedução que leva ao nada.
Ainda em outro fragmento, intitulado como diário do niilista, esclarece-se plenamente o conceito de ateísmo no sentido de niilismo: “tudo existe, mas não há fins – o ateísmo como falta de ideais”(Ibidem, p.25).
E, por fim: “A mudança absoluta que ocorre com a negação de Deus – Não temos mais absolutamente nenhum Senhor acima de nós; o velho mundo dos valores é teológico – este é derrubado”(Ibidem).
Em suma, a afirmação “Deus está morto” é a fórmula emblemática do niilismo e significa que o mundo meta-sensível(o mundo metafísico) dos ideais e dos valores supremos, concebido como ser em si, como causa e como fim – ou seja, como aquilo que dá sentido a todas as coisas materiais, em geral, e à vida dos homens, em particular -, perdeu toda consistência e toda importância.
É preciso, com isso, propor um resgate dos valores antigos com roupagens diferentes, com uma percepção nova dos problemas da realidade. Ou, como lembrava Nietzsche, a transvaloração como indicativo urgente para a crise da perda de sentido. Seria procurar mostrar exatamente isto:
“Que os valores e sua variação estão relacionados com o aumento da potência de quem põe os valores; a medida de incredulidade, de uma reconhecida liberdade do espírito como expressão do aumento de potência; niilismo como ideal de suprema potência do espírito, de vida riquíssima: em parte destrutivo, em parte irônico”(REALE, 1999:26).


Cf. REALE, Giovanni. O saber dos antigos. SP: Loyola, 1999.


Jackislandy Meira de M. Silva,
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sexta-feira, 24 de abril de 2009

O último homem no prólogo de "Assim Falava Zaratustra".



“Vede que sou um arauto do raio e uma pesada gota que cai da nuvem. Mas esse raio se chama super-homem”. Nietzsche anuncia um além do homem que, mesmo tentando descrevê-lo no prólogo desta obra, não sabemos de fato quem é este homem ou este além do homem, porque ele é muito mais do podemos pensar sobre ele, é algo que a nossa razão não dá conta.
No entanto, essa obra escrita no final do século XIX, entre 1882 a 1886, mostraria marcadamente um período muito intenso de toda atividade literária de Nietzsche, uma vez que fora escrita em paralelo com outra grande obra de sua autoria, “A Gaia Ciência”. Logo após a criação dessas duas pérolas da Filosofia, surge uma outra que é contemporânea, não menos importante, “Para Além do Bem e do Mal”.
Certamente, “Assim falava Zaratustra” não é uma de suas obras das mais fáceis, haja vista o tom do autor carregado de metáforas, variados personagens e bastante profético.
Zaratustra atinge a todos com seu discurso, embora saiba que não estão nem aí pra ele, pois fala diretamente à Cultura, da qual temos grande orgulho, porque é o que nos diferencia dos pastores de cabras. Mesmo assim, insiste em falar. Seu desejo é anunciar. Falar de quê? Anunciar o quê? De algo desprezível, isto é, do último homem.
“Chegou o tempo para que o homem se fixe em um objetivo. Chegou o tempo para que o homem semeie o germe de sua mais elevada esperança. Para isso, seu solo é ainda bastante rico. Mas um dia pobre e árido será esse terreno e nele já não poderá germinar nenhuma grande árvore. Ai! Aproxima-se o tempo em que o homem já não lançará por sobre o homem a flecha de seu desejo e em que a corda de seu arco terá desaprendido a vibrar. Isso vos digo: é preciso ter ainda um caos dentro de si para gerar uma estrela que dança. Isso vos digo: tendes ainda um caos dentro de vós. Ai! Aproxima-se o tempo em que o homem jaó não conseguirá gerar estrela alguma. Aproxima-se o tempo do mais desprezível dos homens, daquele que já não pode se desprezar a si mesmo”(Nietzsche, Assim falava Zaratustra, pág. 21).
Até aqui já seria suficiente para julgar as palavras de Nietzsche acerca do possível homem que a humanidade iria vislumbrar. Que a humanidade iria gerar. Um homem além de seu tempo, mas muito mais desprezível do que antes. Há mais de um século distante de nós, Nietzsche fora capaz de se aperceber imbuído de um vigor fora do comum que o apoderou de si mesmo para intuir um além do homem que não conhece, independente, mas que não é o homem, disso ele tem certeza. Este além do homem não o homem. É algo a que ele aspira, que deseja ardentemente. Zaratustra continua incansável seu discurso:
“Olhai! Vou mostrar-lhes o último homem. Que é o amor? Que é a criação? O que é um desejo ardente? O que é uma estrela? Isso pergunta o último homem e pisca os olhos”(ibidem, pág. 22). Nietzsche coloca na boca de seu personagem, Zaratustra, ironia e verdades que nos chocam ainda hoje. O mundo passa constantemente pela escassez de homens criadores, amorosos, cheios de desejos, que procure uma estrela, enfim... Poetas, filósofos, artistas, professores, políticos, religiosos, padres, pastores... Onde estão vocês? É, de fato, um cala boca em todos aqueles que se denominam donos de uma cultura neoliberal, cuja finalidade é só o lucro, em que a base da economia é o dinheiro, a moeda. A crise econômica chegou a um colapso, a estágios mais do que urgentes devido ao interesse do homem em manipular seu dinheiro apenas para sua sobrevivência sem precisar trabalhar. Ganhar dinheiro com dinheiro, sem trabalhar. Esta é a dura realidade imposta por um modelo econômico neoliberal que se encontra em crise, em declínio. Mais uma fase do capitalismo chegando ao seu fim. Que homens queremos ser? A voz de Zaratustra soa em nossos ouvidos ainda hoje. É mais atual do que nunca!
Com toda sagacidade de Nietzsche, Zaratustra ainda tocou num grave problema de nosso tempo sem viver nesse tempo, saúde e doenças. A cultura da saúde idolatrou a cultura da beleza. Fazer exercícios físicos e duras dietas tornou-se obsessão para milhares de pessoas em todo o mundo. A prioridade deixou de ser a saúde para se tornar uma busca incontrolável pelo corpo esbelto. Quem é magro é belo. Quem é gordo é feio. Valores que mudaram a curto prazo. Somos escravos dessa cultura, modelos únicos que são seguidos por modismos sem nenhum tipo de reflexão, de crítica, de gosto, de respeito aos valores individuais. Apenas se aceita e se vive assim. Mas voltemos a Nietzsche. Socorra-nos, por favor.
“A terra se tornará então pequena, e sobre ela andará aos saltos o último homem, que torna tudo pequeno. Sua espécie é indestrutível como a do pulgão. O último homem será o que viver mais tempo. Descobrimos a felicidade – dizem os últimos homens e piscam os olhos. Abandonaram as regiões onde a vida era dura porque precisam de calor. Ainda amam o vizinho e se encostam nele porque uma pessoa necessita calor. Doença e desconfiança são, a seus olhos, pecado. Anda-se com toda a cautela. Insensato aquele que ainda tropeça nas pedras e nos homens! Vez por outra, algum veneno. É algo que proporciona agradáveis sonhos. E, no fim, muito veneno para morrer agradavelmente. Trabalha-se ainda porque o trabalho distrai. Mas toma-se cuidados para que a distração não se transforme em cansaço. Já não se sente necessidade de ser pobre ou rico. São duas coisas demasiado penosas. Quem quererá ainda governar? Quem quererá ainda obedecer? São duas coisas por demais penosas. Nenhum pastor e só um rebanho! Todos querem a mesma coisa, todos são iguais. Aquele que pensar de modo diverso, que encaminhe voluntariamente seus passos para o manicômio. Em outros tempos, todos eram loucos, dizem os mais perspicazes e piscam os olhos. Somos sábios e sabemos tudo o que se passou antigamente. Dessa maneira temos do que zombar sem cessar. Subsistirão ainda querelas, mas a reconciliação vem depressa, com receio de estragar a digestão. Não vai faltar um pouco de prazer durante o dia e outro tanto durante a noite. Mas reverenciar-se-á a saúde. Descobrimos a felicidade, dizem os últimos homens e piscam os olhos”(ibidem).


Cf.: NIETZSCHE, F. W. Assim Falava Zaratustra. São Paulo: Escala.

Jackislandy Meira de M. Silva,
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sábado, 18 de abril de 2009

SEU DESÍGNIO IRÁ LEVÁ-LO ONDE VOCÊ É CELEBRADO, EM VEZ DE TOLERADO.

(a foto é uma apresentação teatral dos alunos da Escola Aprígio Soares, ano passado em Florânia, sob uma forte expectativa de mudança de vida, cheios de sonhos e entusiasmadas com seus desígnios).


A expressão acima, muito bem dita e ensinada por um dos maiores conferencistas dos EUA, Dr. Mike Murdock, mostra afirmativamente que nós precisamos proteger o dom de Deus que há em nós, não dando nenhum espaço para a discriminação, para a rejeição ou para a baixa-estima. Estava dizendo a pouco para uma pessoa muito especial que temos, todos nós sem exceção, algo muito precioso dentro de nós que precisamos descobrir e zelar por isso. Esse "isso" é o seu desígnio para o qual você foi criado. Jesus disse aos seus discípulos que alguém, em algum lugar, em algum momento, irá celebrá-lo, valorizá-lo:


"E, em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai saber quem nela seja digno e hospedai-vos aí até que vos retireis. E, quando entrardes nalguma casa, saudai-a; e, se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; mas, se não for digna, torne para voz a vossa paz. E, se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés"(Mateus 10.11-14).


A intimidade deve ser ganha. Jesus recebia diferentes demonstrações de amor. João, o amado, deitava a cabeça em seu ombro. Pedro, Tiago e João eram seus três principais confidentes. Os 12 discipulos viajavam com Ele. Além disso, havia outros ajudadores de seu ministério e as multidões. A busca pelo Mestre determinava o acesso que Jesus dava aos outros.


Não existe fim para as dúvidas que o inimigo coloca em sua mente sobre a sua vida e o seu desígnio. É bom avaliar seus esforços, analisar sua produtividade e esforçar-se para viver no mais alto nível espiritual.


Jesus disse aos discipulos para avaliarem a casa a ser visitada. Examine as pessoas com quem você estará. Pergunte a si mesmo: "Essas pessoas valem os dons que Deus me concedeu? Elas são capazes de celebrar-me como um tesouro?


Qualifique o solo ao seu redor antes de plantar a semente de sua vida. Lembre-se: seu desígnio irá levá-lo onde você é celebrado, em vez de tolerado. O que conta aqui é o fato de sermos valorizados e celebrados aonde formos, mas nunca tolerados. Não se esqueça dessas palavras de sabedoria.






Adaptado por Jackislandy Meira de M. Silva, do Livro: "O Desígnio, O Sonho e O Destino" de Mike Murdock, Rio de Janeiro: Ed. Gospel. 2009.


sexta-feira, 17 de abril de 2009

Concursados de Florânia protestam contra atitude do prefeito


Prefeito de Florânia reabre Processo Administrativo contra Funcionários Concursados.Este seu argumento ou falácia, Sr. Prefeito, de dizer que tudo está na Lei não funciona para as mentes sãs e de espírito atilado. Isso só revela seu escravo legalismo desenfreado, sem ética, sem espírito e sem autonomia na concorrência para o bem e para a prática da justiça.
Com artimanhas maquiavélicas de oportunismo pensa enganosamente que vai longe a fazer injustiças às claras contra o povo e a praticar crime de perseguição política em nosso meio. Estás enganado, embaraçado e desumano, insensível às necessidades alheias. Alguns o chamam de mal, isso é um elogio. És um despreparado! Florânia assiste de camarote a um show de despreparo do atual gestor.
Na medida em que se pretendeu advogar como Prefeito – e não a gerir como Prefeito - , o atual “Prefeito advogado”, digo, “Advogado Prefeito” fracassa em sua empresa de administrar uma cidade tão rica culturalmente, cuja imagem anda comprometida aqui e lá fora por causa de seus desmandos. É o que qualquer um, de fato como de direito, pode constatar:
“Um caos administrativamente” que dispensa qualquer análise política, por mais rasteira que seja, a seu respeito. Com isso, ao invés de estar planejando ou projetando como administrar estruturalmente sua cidade, sobram-lhe tempo e dinheiro suficientes para REABRIR UM PROCESSO ADMINISTRATIVO (alegando averiguar a regularidade da nomeação dos servidores, tendo em consideração a efetiva existência, ou não, de vagas legalmente criadas para os cargos atualmente ocupados) contra funcionários que só querem trabalhar sossegadamente sem nenhum aborrecimento ou constrangimento. E novamente, o presente ato do Sr. Prefeito encontra-se eivado de contradições. Um olhar atento encontra gritantes contradições.
Seu legalismo mata, “como a traça ou a ferrugem”, consome ou corrói, porque justifica suas más ações no direito, mas não se serve dele para promover o bem e a dignidade humanas. Enquanto a palavra de ordem da atual administração devia ser “RECONHECIMENTO”, o que se percebe é o “DESCONHECIMENTO” dos direitos trabalhistas.
Já que optou por ser político, deveria, ao menos, zelar pelo erário público, aplicando com mais transparência nosso dinheiro, do que propalar por aí a enfadonha ideia de que “só faz assim”, ou “só faz isso” ou “só acontece aquilo” porque a lei permite. A lei deve libertar o homem e não escravizá-lo. Do contrário, deveria ter ficado como advogado, esforçando-se para trabalhar o mais eficazmente possível como defensor, isso sim, dos interesses do povo e da legislação brasileira. Infelizmente, veio a ser Prefeito, aqui está o ponto; para servir ao povo quando o fere de modo gritante; diminuir as injustiças quando multiplica ofensas e constrangimentos entre os mais simples do povo; para ser ético e responsável no cargo que ora ocupa quando prefere o contrário, agredir a ética de pessoas de bem que só querem trabalhar legalmente no cargo a que foram nomeadas, enquanto dezenas ou até centenas de pessoas são contratadas ilegalmente, de modo escuso, para prestar serviços à Prefeitura de Florânia. Um absurdo!


ASSINA: Funcionários concursados de Florânia que assumem legalmente seus cargos.
Fonte: www.robsonpiresxerife.com

quinta-feira, 16 de abril de 2009

É tempo de conquistar.

Os céus são os céus do SENHOR; mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens. (Salmo 115.16)
A partir do que está escrito no Salmo 115.16, é fácil concluir que Deus deu a terra para ser conquistada pelo homem, independente da sua fé. Contudo, é preciso ir ao encontro daquilo que se almeja no âmbito material e espiritual. Mas há uma promessa específica para o povo de Deus em Deuteronômio 28.13: E o SENHOR te porá por cabeça e não por cauda; e só estarás em cima e não debaixo, quando obedeceres aos mandamentos do SENHOR, teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e fazer. Dentre tantos elementos que podem ser apresentados, destaco seis fundamentais para que você seja um vitorioso: 1)fazer escolhas certas, com base na razão e na Palavra de Deus; 2)ser uma pessoa ativa e produtiva; 3)não desperdiçar os recursos (tempo, bens e talentos);4)ter disciplina e respeitar regras, princípios e autoridades; 5)ter ambição e projetos. 6)Ter alvos espirituaisA pessoa que deseja conquistar seus sonhos, primeiro, precisa aprender a fazer escolhas certas na vida. O livre-arbítrio e a consciência nos tornam diferentes dos animais e semelhantes a Deus. O ser humano é livre para decidir o que almeja. Quando o faz, suas ações são dirigidas para o seu alvo e para as prioridades que estabeleceu. No entanto, para definir seus objetivos, deve usar a inteligência (a capacidade de aprender, apreender e compreender) e a sabedoria (a capacidade de discernir as coisas, distinguindo o que é mais importante, com prudência, sensatez).
Não permita que suas escolhas sejam feitas com base apenas em emoções, na intuição ou na opinião dos outros. Estes elementos até podem influenciar sua decisão, porém são subsídios secundários. É a Palavra de Deus que deve orientar suas escolhas. Ela é a verdade e a fonte da sabedoria (Pv 3.13-18).
Em segundo lugar, se você quer conquistar seus objetivos, preste atenção ao que é dito em Gênesis 2.15: Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. O Altíssimo colocou o homem na terra para produzir e gerar bem-estar, pois não suporta a improdutividade. Ele chama o servo que não quis ser produtivo de negligente e mau (Mateus 25.26). Com isso, aprendemos que ninguém conquista nada se não for produtivo.
Em terceiro lugar, Deus colocou o homem na terra para lavrar, cuidar, zelar, e não para desperdiçar. O Senhor detesta o desperdício. Em Tiago 4.3, está escrito: Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. Em Isaías 55.2, o povo é exortado porque gastava o dinheiro com aquilo que não era pão; consumia o produto do seu trabalho com algo que não tinha valor e não alimentava nem o corpo nem a alma. Tem gente que só compra besteira. Não pode ver uma liquidação, que corre para comprar o que não precisa. Como é que você quer conquistar algo maior se desperdiça tudo com bobagens?Em quarto lugar, quem deseja conquistar seus sonhos, precisa ter disciplina, obedecer às regras, aos princípios e às autoridades. Para se comprar um apartamento, é necessário ter o dinheiro da entrada e arcar com prestações que caibam dentro do orçamento. Isto é uma regra, um princípio que não deve ser quebrado.Ser submisso às autoridades é outro elemento fundamental. O ser humano precisa aprender a obedecer. Não adianta querer fazer o que se quer, desrespeitar o chefe, sublevar a ordem imposta e tentar dar-lhe uma rasteira para ocupar posições maiores.Em quinto lugar, tenha ambição, desejo de conquistar algo superior. Isto será uma força motivadora para você agir na vida. Almeje comprar um imóvel e não mais viver de aluguel; almeje ser um profissional de sucesso, uma pessoa melhor. Mas lembre-se de que, para galgar patamares superiores, você precisa ser liberal.Contudo, ao ambicionar algo melhor e uma posição superior, cuidado com quatro coisas destrutivas que impedem o homem de alcançar seus objetivos: a ganância (desejar algo a qualquer preço, não se importando se é ilícito e se prejudicará seu próximo), a cobiça (a ambição desmedida por riquezas e o desejo desenfreado de atender à sua natureza), a inveja (o desgosto e pesar pelo sucesso do outro) e o egoísmo (o amor e a consideração excessiva por si mesmo, a ponto de desprezar o interesse dos outros).
Qual o remédio para esses males? É amar a Deus e a seu próximo como a si mesmo; é ser liberal, bondoso e altruísta!Em Provérbios 19.17 (ARA), é dito: Ser bondoso com os pobres é emprestar ao SENHOR, e ele nos devolve o bem que fazemos. Em Provérbios 3.9,10, há uma grande promessa: Honra ao SENHOR com a tua fazenda e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e trasbordarão de mosto os teus lagares. Priorizar a Deus e ser bondoso e liberal, abençoando outros com nossos bens materiais, livra-nos da ganância!
Além disso, a vida não se resume apenas às conquistas materiais; existem as conquistas espirituais. E a pessoa inteligente considera essas duas dimensões.
Sendo assim, estabeleça objetivos materiais, mas não se esqueça de ter alvos espirituais. Deseje conhecer Deus e aprofundar sua comunhão com Ele. Para alcançar este propósito, ore e consagre-se. O Senhor quer manifestar-se e tem coisas tremendas, que você não sabe, para revelar-lhe. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós (Tiago 4.8a).
Também é necessário buscar conhecimento maior da Bíblia. Nunca vi tantos crentes rasos no conhecimento divino. Errais, não conhecendo as Escrituras (Mateus 22.49). Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (1 Timóteo 4.1).
Há um bombardeio na mídia para desmerecer a Bíblia, como se ela fosse um livro de mentiras. Há uma pressão nas escolas para ensinar que o universo é obra do acaso, uma questão de evolução. Há artimanhas de todo tipo para deturpar a Palavra. É tempo de conhecer o Deus que você serve. Só assim poderá dizer como Paulo, em 2 Timóteo 1.12: Eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele Dia.
O que você está fazendo para este Deus que tudo faz, que salva, liberta, transforma, abençoa e dá vida? Não fique apenas preocupado com a corrida pela sobrevivência. Use seu tempo, seu talento e seus recursos na obra do Senhor também. Seja mais agradável e relacione-se melhor com as pessoas.
É tempo de conquistar vidas para Cristo, e você é o maior instrumento para isto! Quantas pessoas você leva à igreja durante o ano? Este é um tempo de uma nova unção de Deus sobre a sua vida, de um novo patamar espiritual! O Altíssimo quer levá-lo a uma nova estação e derramar um óleo fresco sobre a sua cabeça. O Senhor quer levantá-lo com poder e autoridade. Ele quer usá-lo! Saia, então, da mesmice e da mediocridade.
Que a mão de Deus esteja sobre você! Que as janelas dos céus sejam abertas! Que coisas novas aconteçam na sua vida! Aquilo que o ouvido não ouviu, que o olho não viu e que não chegou ao nosso coração é o que Ele tem preparado para você.
Pastor Silas Malafaia

NOVA TABELA DE REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO


Aí estão as promoções para Janeiro de 2010. Confira, são nossas conquistas com a greve da Educação. Mais lutas virão para a real implementação do Piso Nacional em nosso Estado do RN.



Fonte: www.grevedaeducacao.zip.net

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