quarta-feira, 28 de outubro de 2009

29/10 a 01/11 de 2009, Feira do Livro do Seridó. Uma boa oportunidade para conferir e comprar bons livros.


A Feira do Livro do Seridó (FLS) será realizada de 29 de outubro a 01 de novembro de 2009 e visa difun­dir a riqueza da literatura em todos os municípios desta importante região do Rio Grande do Norte, tendo o livro como principal instrumento de revolução pessoal, educativa e cultural. O evento pretende desenvolver diversas ações de estímulo à leitura em todas as faixas etárias e de incentivo à produção literária. É assim que nasce a FLS.
Durante quatro dias, o público participante contará com uma intensa programação literária e multicultural, que inclui a presença de escritores, atrações artísticas, de­bates, oficinas e comercialização de publicações dos mais diferentes gêneros, entre outras iniciativas.
O evento já nasce grande, a contar pelos parceiros. Um deles é o Governo do Es­tado, que já demonstrou total apoio à feira por meio do Convênio Cheque Livro. Um recurso destinado para compra de livros que irão incrementar o acervo das bibliotecas das escolas de rede estadual de ensino. O que representa presença garantida de público.
E por que escolhemos essas terras? Sem exageros, a região do Seridó guarda o que há de mais rico e tradicional em manifestações culturais, sobretudo aquelas ligadas à cultura sertaneja potiguar. Suas cidades reúnem emanações culturais de várias naturezas, provenientes da forte devoção religiosa, do colonialismo ainda presente, das influências de povos antepassados... Enfim, de toda a diversidade que compõe o lugar e que já se tornou intrínseca dos seridoenses.
A beleza natural do Seridó é emoldurada pela vegetação da caatinga e por belíssi­mas formações rochosas, que guardam entre seus vales belíssimas surpresas, como o gigante açude Gargalheiras. Sua gastronomia dispõe de iguarias cujos sabores e aromas há muito deixaram as fronteiras regionais para tomar o mundo. O gosto doce do mel de rapadura, aliado ao prazer de se desfrutar um bom prato de carne de sol com macaxeira, ou o famoso queijo de qualho são os extremos de uma variedade infinita de sensações.
Um lugar tão rico como esse e com tanta diversidade teria de ser o palco perfeito para um evento que pretende trazer a cultura impressa em um de seus mais nobres veículos: o livro!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Leitor do blog do Xerife condena presença de políticos no altar das igrejas. Leia com atenção


Políticos de todo o Estado têm se aproveitado das festas religiosas na região do Seridó para conquistar o voto do eleitor usando o altar das igrejas. Principalmente, em ano que antecede uma eleição. Atento ao que se passa um leitor do blog mandou os seguintes esclarecimentos que, acredito, merece a atenção de todos:
Quero aqui prestar alguns esclarecimentos, em relação a esta festa de políticos no altar, à luz da Instrução Redemptionis Sacramentum; que foi um documento expedido pela Santa Sé ante os graves abusos litúrgicos ocorridos durante a missa, como estes relatados na presente notícia.
Irei citar o artigo do documento (Instrução Redemptionis Sacramentum) e, logo em seguida, transcreverei uma interpretação resumida do que ele quis dizer.
O Art. 78 diz, em resumo, que: Não se pode relacionar a celebração da Missa com acontecimentos políticos ou profanos, esvaziando-se seu significado autêntico (Ver nº 78 da Instrução Redemptionis Sacramentum).
O Art. 67 diz, em resumo, que: A homilia deve fundamentar-se nos mistérios da salvação e não pode ser esvaziada tratando só de política ou temas profanos (Ver nº 67 da Instrução Redemptionis Sacramentum).
O Art. 11 diz, em resumo, que: A Liturgia seja preservada de elementos de discórdia e de deformação, que causam incerteza na doutrina, dúvida, escândalo e repugnância (Ver nº 11 da Instrução Redemptionis Sacramentum).
O Art. 184 mostra a solução, ao dizer, em resumo: Que deve ser formulada uma queixa por um abuso litúrgico, ante ao Bispo diocesano e ao Ordinário competente ou ante à Santa Sé
Depois de tudo isso, poderíamos perguntar: Estaria a igreja respeitando as suas próprias normas e os seus próprios fiéis???
Leiam atentamente façam as suas próprias conclusões!
Lembro-me, ainda, da palavra de Deus, que denuncia: “Minha casa é uma casa de oração, mas vós fizestes dela um covil de ladrões’”! (Mateus 21,12-13).
Pra não dizerem que distorci a verdade, acessem o site do Vaticano em:




Por Rashid Pires

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O rosto no dizer de Lévinas...


Não é sem demora que, lá pelo mês de novembro, nas vésperas das festas de fim de ano, se possa sentir embalado por fortes e amenos sentimentos de ternura pelos outros, pela família, pelos amigos, pelos colegas, os quais compartilham o fabuloso fato de existir. Corre nas veias o sangue do atrevimento para se permitir subverter aquilo que Sartre fazia questão de afirmar: “o inferno são os outros” por “o céu – na sua dimensão de infinito – é o outro!” na brilhante visão de Emanuel Lévinas.
Caro leitor, as pessoas marcadamente têm a força expressiva de um rosto. Rosto que por mais íntimo que seja, é um rosto de outrem. Para Lévinas, o rosto não é a simples mostração da aparência, ou melhor, não é o que está na frente da cabeça ou aquilo que a envolve, não. O rosto não se desvela somente pela relação com o Outro ao observá-lo, descobrir-lhe o contorno dos narizes, a feitura das sobrancelhas, o piscar e a cor dos olhos, o espontâneo sorriso da boca, enfim. O rosto não é restrito apenas à percepção, mas é pura exposição, revela-se nu, desprovido, destituído de uma pobreza essencial. Mas, simultaneamente o rosto é quem nos proíbe de matar. Ele não precisa estar em contato com algo mais para ter significado, “o rosto significa tudo por si mesmo”. Nada o contém. É excesso, infinito, vastidão.
A relação que se estabelece com o rosto é de desinteresse, de entrega e de desprendimento. É pura fruição definida por Agostinho. Sua relação não é de conhecimento, mas de desejo. Quanto maior a satisfação, mais longe está de ser satisfeito. Ao contrário da visão, que absorve o ser, o rosto lhe escapa. O outro é rosto(aquilo que não pode ser reduzido à compreensão, contrariando as expectativas de Descartes e de Kant) e o rosto é “aquilo que não se pode matar”(Lévinas). Somos orientados, comandados por esse rosto, que só deseja vida. O rosto é, portanto, responsabilidade. Diante do rosto, no entanto, não se contempla, mas se responde a ele, se responde ao chamado: o rosto é ao mesmo tempo riqueza e pobreza, domesticação e submissão, frágil e poderoso. Interagir com o outro implica se antecipar à consciência. Ser ético é a interrupção do ser pelo Outro, por isso é possível uma atitude de sacrifício ou apenas afirmar: “Depois de você”, dou-lhe tudo, devo-lhe tudo. Não é bem assim, pois Lévinas tem um alcance mais apurado sobre a alteridade que deve ser moderado, sua relação com o outro deve ser sábia. Numa multiplicidade de homens, não posso dar tudo ao outro, pois há alguém mais: devo “medir, pensar, julgar, comparar o incomparável”. Se o rosto é “significação sem contexto”, se poderia dizer que o rosto é um deserto: o nada que preenche todo o espaço. Assume-se aqui quase uma direção niilista do rosto de Lévinas, o que não é tão confortante.
A direção é outra, a que se aproxima de Heidegger talvez. Segundo Lévinas, o rosto do outro comporta a dimensão de abertura. A visão desse rosto é a visão da abertura do ser, que o afirma mais do que nega. A relação de alteridade o conduz para uma dimensão de experiência que não se refere a ele próprio, ao seu egoísmo e ao seu relativismo. O rosto é terno e promissor. O rosto é desinteresse total. Quando vejo o rosto de minha esposa pela manhã na perspectiva dele mesmo, é inevitável uma reação de estar diante de uma “coisa dada”, de um presente. Como o rosto recusa se identificar com o conteúdo, ele se propõe, segundo Lévinas, a uma alteridade independente de qualquer qualidade que o diferencie do eu, porque tal diferença imporia entre o eu e o outro uma comunidade de gênero, que anularia a alteridade.
Assim, o rosto se derrama, se extravasa na forma que o delimita, que o circunscreve. O rosto não tem fronteiras. O rosto fala ao eu. “Compreender uma pessoa é já falar-lhe.”(Lévinas). O rosto opõe ao eu o infinito da sua transcendência em relação ao todo. Esse infinito, para Lévinas, é expressão original. O rosto se desemboca no infinito. O rosto não se dilui no infinito, mas se afirma nele. É o infinito que responde totalmente ao outro, ao rosto – e vice-versa.
Como se avizinha de nós as festas de fim de ano, não é por acaso que nos encontramos inseridos na cultura cristã, envolvidos por uma atmosfera de gratidão a Deus, a Cristo e ao Espírito Santo a fim de que sejamos tomados por sentimentos eivados de verdade. Daí ser mais do que oportuno, aproveitarmos dessa época tão especial para nós, uma vez que nossos corações desejam ardentemente fruir para infinitas relações com outros eus, no dizer do poeta português Fernando Pessoa, “eu e os outros eus”. Fiem-se, todos, nisso: na relação estreita e incontida do seu eu com os outros eus.

Jackislandy Meira de M. Silva. Professor e filósofo.
www.umasreflexoes.blogspot.com
www.twitter.com/filoflorânia
www.chegadootempo.blogspot.com

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Lévinas, um autor sublime.


Emanuel Lévinas é um dos mais importantes autores de referência na reflexão moral contemporânea. Lévinas mistura a tradição grega e a judaica. Uma de suas idéias básicas é a da alteridade, isto é colocar o outro no lugar do ser. Nesta visão, o outro não é um objeto para um sujeito.
"... tudo começa pelo direito do outro e por sua obrigação infinita a este respeito. O humano está acima das forças humanas."Na sua proposta ele, de certa forma, inverte as propostas da
Lei de Ouro e do Imperativo Categórico. Ao invés do indivíduo agir frente ao outro como gostaria de ser tratado e que isto deveria ser uma norma universal, é a descoberta do outro que impõe a conduta adequada. De acordo com Christiam Descamps, "a relação com o Outro é a base de uma co-presença ética". Cada um é constantemente confrontado com um próximo. Não sou Eu frente ao Próximo (Outro), mas sim os Outros continuamente frente a Mim.
Esta proposta rompe com a perspectiva autonomista eindividual para remetê-la a uma visão de rede social. Deixa de ter sentido a máxima "A minha liberdade termina quando começa a dos outros", sendo substituída pela proposta de que a minha liberdade é garantida pela liberdade dos outros. Ricardo Timm de Souza escreveu que "a responsabilidade pelo outro que significa responsabilidade por si mesmo enquanto negação da neutralidade".




Descamps C. As idéias filosóficas contemporâneas na França. São Paulo: Jorge Zahar, 1991:85.
Souza RT. As fontes do iluminismo latino. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004:162-174.

domingo, 18 de outubro de 2009

Prefeitinho de Florânia é comparado a famoso boneco de plástico “João teimoso”.




Não tem mais cabimento o que está acontecendo em Florânia. Se pela décima vez, se pela décima terceira vez, se pela décima quarta, ou se pela vigésima vez, não se sabe ao certo, que esse prefeitinho vem brincando de abrir processos e mais processos contra funcionários públicos efetivos e, desta vez, cismou com os funcionários que têm dois vínculos legais, um na Prefeitura e outro no Estado do RN. Dia 19 dezenove de agosto deste ano, o Prefeito entrou com uma representação contra mais ou menos vinte funcionários efetivos na Comissão Permanente de Acúmulos de Cargos da Secretaria de Administração de Recursos Humanos em Natal, mas só dois deles até agora encontram-se com processos abertos por suposta alegação de acúmulo de cargos. Meus amigos, essa situação foge aos limites do senso comum. O Prefeito ainda não se conformou por ter perdido processos passados, onde a justiça garantiu a nossa permanência nos cargos.
O prefeitinho advogado de Florânia só sabe ferir a Carta Magna, Constituição Federal, no Art. 37, quanto aos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, sobretudo o da impessoalidade, uma vez que, ao levar a lista com os nomes de todos os funcionários na situação de acúmulos de cargos, abre processo junto à Comissão de apenas dois(2). Se ele levou a lista de mais ou menos 20(vinte), por que só dois foram investigados? Cadê a impessoalidade, Sr. Prefeito? Não seria perseguição política? Não seria injustiça? Não seria uma questão de bode expiatório? Não seria má fé? Não seria maldade por parte do Sr. Prefeito? Não seria inconformismo por ter perdido tanto na justiça?
No início de seu mandato expulsou diretores, vice-diretores eleitos pelo povo; exonerou inúmeros funcionários efetivos e teve que admiti-los de novo; ignorou os princípios de isonomia, de impessoalidade, de legalidade e de moralidade assegurados na CF; infringiu a Lei Orgânica de Transparência pública do Município; passou por cima da Lei Federal do Nepotismo; desconheceu a autoridade do legislativo do município, enfim, seu histórico não é nada bom. Foram incontáveis as suas ações arbitrárias, grosseiras e autoritárias. Está distante de ser um Prefeito, cujas negociações são pautadas no diálogo e na transparência. Tudo dele é às escondidas, com a pior das intenções, prejudicar a população que mora e presta serviços com dignidade nesta cidade. A população já está calejada de tanta irresponsabilidade. Só age com covardia, sem autenticidade, levando o povo à desunião e aos mais primitivos de todos os sentimentos, o ódio. Um político, por mais maquiavélico que seja, por mais soberbo que seja, só se mantém no poder enquanto não venha a alimentar o ódio no povo. Mas esse é o alimento que o Prefeito de Florânia dá ao povo, ódio e mais nada. O povo não recebe nada além disso. Só ódio e ressentimento. Acorde Prefeito, arregace as mangas da sua camisa de linho e vá trabalhar!
Dizem à boca pequena, nos quatro cantos de Florânia, sob os quatro ventos de Leste a Oeste e de Norte a Sul, que o Prefeito é como uma criança teimosa que come, dorme, viaja, brinca às custas da Prefeitura, às custas do povo, não cumpre expediente e não presta contas do dinheiro público. Prefeito, o dinheiro público é da nossa conta!
À medida que a justiça, representada pela Promotoria Pública de Florânia combate esse menino, mais ele teima, chora, esperneia, grita e se inconforma. A sina é essa, minha gente, de tão desocupado, o Prefeito entra na justiça e perde, entra na justiça e perde, perde, perde, perde, perde, perde, perde, perde e perde. Não ganha uma. Já estão comparando ele, nas ruas da cidade, a um “João teimoso”, a um boneco de plástico inflável que quanto mais se mexe nele, menos sai do canto e paralisado fica, quanto mais se mexe mais parado está. A situação é essa. Está tudo paralisado, como a um “João teimoso”.
Além disso, aí vai uma mensagem do Vereador Paulo Nobre de Araújo, um dos maiores opositores às COVARDIAS e aos desmandos do atual administrador: “Essas atitudes grosseiras e covardes do Prefeito já estão ficando na cara da população insatisfeita que só podem ser retaliações contra o meu trabalho e as minhas cobranças”.
Paulinho, meu caro, muitíssimo obrigado permitir colocar sua declaração aqui. O povo, sobretudo os funcionários efetivos que passam por constrangimentos estão contigo. Continue a COBRAR!


Silmara Rejanny Nobre de Azevedo Meira.

sábado, 10 de outubro de 2009

Paulinho, um exemplo de homem público.


Ó Paulinho, meu caro Paulinho, não esteja pensando que vou tratá-lo aqui de Vossa Excelência, mas de você. Tenho o prazer de chamá-lo por você, uma vez que me sinto muito próximo de sua pessoa, de sua vida inteiramente entregue à causa política, e diga-se de passagem, POLÍTICA com letras maiúsculas. Honra a boa política nesses tempos de escassez da dignidade e da bondade humanas nas relações públicas e sociais.
Desde que me casei com sua sobrinha, pouco a pouco venho descobrindo algo novo sobre você. Em nenhum momento, você me inspirou desconfiança, muito pelo contrário, todas as vezes que estivemos juntos, sempre me inspirou confiança. Você é uma pessoa extremamente vasta, alegre, preocupada e servidora. Vasta por seduzir sempre novas pessoas para atingir os objetivos de todos. Alegre por descobrir-se melhor. Preocupada porque responsável com os interesses coletivos. Servidora porque não recusa a um pedido de necessidade e de urgência. Você, Paulinho, reúne na sua pessoa muitas características. Em síntese, você é amigo, religioso, um verdadeiro político, e para mim, um irmão mais próximo, tão próximo que o considero como um irmão de sangue no universo daqueles que você já tem.
É com imensa alegria que participo da sua alegria nessa data tão especial de comemoração do seu aniversário. Quero que saiba da sua importância para a vida política dessa cidade, para a sobrevivência da dignidade política nessa cidade. Você, meu caro, dos tantos políticos que já conheci, é um dos poucos ainda autênticos por mostrar-se forte frente à loucura do jogo sujo da política moderna, onde o homem é um lobo faminto do próprio homem.
Temos visto, pois é público e notório, que você se esforça para que o seu discurso se realize na sua prática política. Você não se serve da política, você serve a política. Você é um político extremamente preocupado com as necessidades do outro, enquanto muitos se preocupam consigo mesmo. Você honra a oposição nessa cidade porque entende que sem oposição não há democracia. Você fala o que pensa porque sem liberdade de expressão não há política. Você é coerente e não trata a vida política com banalidade. Reconhece que “Um povo não pode ser privado de seus direitos”.
Segundo o Presidente Lula, “a política é a arte das convergências e das negociações”.
Paulinho, como homem de bem e político, você sofre com o seu povo, é solidário com os mais necessitados.


Jackislandy Meira de Medeiros Silva, Professor e Filósofo.


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Rumo às Olimpíadas de 2016!


O Rio merece.


Todos estão comovidos e honrados pela tão grata escolha de sede dos jogos olímpicos de 2016. Valeu! Nos encontramos em 2016. A festa é nossa. Maravilha!

Rio de Janeiro, sede das olimpíadas de 2016.


Mais de 190 milhões de pessoas estão de parabéns pela escolha do Rio de Janeiro como sede dos jogos olímpicos de 2016 no Brasil. A escolha se deu hoje por voltas das 2h da tarde na Dinamarca. Cidades de países modelos na Europa, na América do Norte e na Ásia honraram ainda mais a vitória da nossa cidade brasileira. Tóquio, Madrid, Chicago formaram um páreo duro para o Rio de Janeiro que soube muito bem mostrar com coração e amor os motivos necessários para sua digna e maravilhosa escolha. Decerto, o povo brasileiro com sua cultura, mestiçagem, gingado e calor humano é quem mais ganha com a escolha de sede das Olimpíadas, no entanto, o Rio terá a oportunidade de mostrar para o mundo e para o seu próprio país um diferencial e um potencial natural e turístico muitas vezes obscurecido nas manchetes de revistas e jornais pela violência presente nas ruas e nas favelas da cidade. Com as olímpiadas, o Rio poderá filtrar melhor essa imagem negativa de violência e pobreza social com que o mundo e o país se acostumaram a olhar.


Parabéns Rio, parabéns ao povo brasileiro que honrará mais um evento de ordem mundial.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

29/10 a 01/11 de 2009, Feira do Livro do Seridó. Uma boa oportunidade para conferir e comprar bons livros.


A Feira do Livro do Seridó (FLS) será realizada de 29 de outubro a 01 de novembro de 2009 e visa difun­dir a riqueza da literatura em todos os municípios desta importante região do Rio Grande do Norte, tendo o livro como principal instrumento de revolução pessoal, educativa e cultural. O evento pretende desenvolver diversas ações de estímulo à leitura em todas as faixas etárias e de incentivo à produção literária. É assim que nasce a FLS.
Durante quatro dias, o público participante contará com uma intensa programação literária e multicultural, que inclui a presença de escritores, atrações artísticas, de­bates, oficinas e comercialização de publicações dos mais diferentes gêneros, entre outras iniciativas.
O evento já nasce grande, a contar pelos parceiros. Um deles é o Governo do Es­tado, que já demonstrou total apoio à feira por meio do Convênio Cheque Livro. Um recurso destinado para compra de livros que irão incrementar o acervo das bibliotecas das escolas de rede estadual de ensino. O que representa presença garantida de público.
E por que escolhemos essas terras? Sem exageros, a região do Seridó guarda o que há de mais rico e tradicional em manifestações culturais, sobretudo aquelas ligadas à cultura sertaneja potiguar. Suas cidades reúnem emanações culturais de várias naturezas, provenientes da forte devoção religiosa, do colonialismo ainda presente, das influências de povos antepassados... Enfim, de toda a diversidade que compõe o lugar e que já se tornou intrínseca dos seridoenses.
A beleza natural do Seridó é emoldurada pela vegetação da caatinga e por belíssi­mas formações rochosas, que guardam entre seus vales belíssimas surpresas, como o gigante açude Gargalheiras. Sua gastronomia dispõe de iguarias cujos sabores e aromas há muito deixaram as fronteiras regionais para tomar o mundo. O gosto doce do mel de rapadura, aliado ao prazer de se desfrutar um bom prato de carne de sol com macaxeira, ou o famoso queijo de qualho são os extremos de uma variedade infinita de sensações.
Um lugar tão rico como esse e com tanta diversidade teria de ser o palco perfeito para um evento que pretende trazer a cultura impressa em um de seus mais nobres veículos: o livro!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Leitor do blog do Xerife condena presença de políticos no altar das igrejas. Leia com atenção


Políticos de todo o Estado têm se aproveitado das festas religiosas na região do Seridó para conquistar o voto do eleitor usando o altar das igrejas. Principalmente, em ano que antecede uma eleição. Atento ao que se passa um leitor do blog mandou os seguintes esclarecimentos que, acredito, merece a atenção de todos:
Quero aqui prestar alguns esclarecimentos, em relação a esta festa de políticos no altar, à luz da Instrução Redemptionis Sacramentum; que foi um documento expedido pela Santa Sé ante os graves abusos litúrgicos ocorridos durante a missa, como estes relatados na presente notícia.
Irei citar o artigo do documento (Instrução Redemptionis Sacramentum) e, logo em seguida, transcreverei uma interpretação resumida do que ele quis dizer.
O Art. 78 diz, em resumo, que: Não se pode relacionar a celebração da Missa com acontecimentos políticos ou profanos, esvaziando-se seu significado autêntico (Ver nº 78 da Instrução Redemptionis Sacramentum).
O Art. 67 diz, em resumo, que: A homilia deve fundamentar-se nos mistérios da salvação e não pode ser esvaziada tratando só de política ou temas profanos (Ver nº 67 da Instrução Redemptionis Sacramentum).
O Art. 11 diz, em resumo, que: A Liturgia seja preservada de elementos de discórdia e de deformação, que causam incerteza na doutrina, dúvida, escândalo e repugnância (Ver nº 11 da Instrução Redemptionis Sacramentum).
O Art. 184 mostra a solução, ao dizer, em resumo: Que deve ser formulada uma queixa por um abuso litúrgico, ante ao Bispo diocesano e ao Ordinário competente ou ante à Santa Sé
Depois de tudo isso, poderíamos perguntar: Estaria a igreja respeitando as suas próprias normas e os seus próprios fiéis???
Leiam atentamente façam as suas próprias conclusões!
Lembro-me, ainda, da palavra de Deus, que denuncia: “Minha casa é uma casa de oração, mas vós fizestes dela um covil de ladrões’”! (Mateus 21,12-13).
Pra não dizerem que distorci a verdade, acessem o site do Vaticano em:




Por Rashid Pires

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O rosto no dizer de Lévinas...


Não é sem demora que, lá pelo mês de novembro, nas vésperas das festas de fim de ano, se possa sentir embalado por fortes e amenos sentimentos de ternura pelos outros, pela família, pelos amigos, pelos colegas, os quais compartilham o fabuloso fato de existir. Corre nas veias o sangue do atrevimento para se permitir subverter aquilo que Sartre fazia questão de afirmar: “o inferno são os outros” por “o céu – na sua dimensão de infinito – é o outro!” na brilhante visão de Emanuel Lévinas.
Caro leitor, as pessoas marcadamente têm a força expressiva de um rosto. Rosto que por mais íntimo que seja, é um rosto de outrem. Para Lévinas, o rosto não é a simples mostração da aparência, ou melhor, não é o que está na frente da cabeça ou aquilo que a envolve, não. O rosto não se desvela somente pela relação com o Outro ao observá-lo, descobrir-lhe o contorno dos narizes, a feitura das sobrancelhas, o piscar e a cor dos olhos, o espontâneo sorriso da boca, enfim. O rosto não é restrito apenas à percepção, mas é pura exposição, revela-se nu, desprovido, destituído de uma pobreza essencial. Mas, simultaneamente o rosto é quem nos proíbe de matar. Ele não precisa estar em contato com algo mais para ter significado, “o rosto significa tudo por si mesmo”. Nada o contém. É excesso, infinito, vastidão.
A relação que se estabelece com o rosto é de desinteresse, de entrega e de desprendimento. É pura fruição definida por Agostinho. Sua relação não é de conhecimento, mas de desejo. Quanto maior a satisfação, mais longe está de ser satisfeito. Ao contrário da visão, que absorve o ser, o rosto lhe escapa. O outro é rosto(aquilo que não pode ser reduzido à compreensão, contrariando as expectativas de Descartes e de Kant) e o rosto é “aquilo que não se pode matar”(Lévinas). Somos orientados, comandados por esse rosto, que só deseja vida. O rosto é, portanto, responsabilidade. Diante do rosto, no entanto, não se contempla, mas se responde a ele, se responde ao chamado: o rosto é ao mesmo tempo riqueza e pobreza, domesticação e submissão, frágil e poderoso. Interagir com o outro implica se antecipar à consciência. Ser ético é a interrupção do ser pelo Outro, por isso é possível uma atitude de sacrifício ou apenas afirmar: “Depois de você”, dou-lhe tudo, devo-lhe tudo. Não é bem assim, pois Lévinas tem um alcance mais apurado sobre a alteridade que deve ser moderado, sua relação com o outro deve ser sábia. Numa multiplicidade de homens, não posso dar tudo ao outro, pois há alguém mais: devo “medir, pensar, julgar, comparar o incomparável”. Se o rosto é “significação sem contexto”, se poderia dizer que o rosto é um deserto: o nada que preenche todo o espaço. Assume-se aqui quase uma direção niilista do rosto de Lévinas, o que não é tão confortante.
A direção é outra, a que se aproxima de Heidegger talvez. Segundo Lévinas, o rosto do outro comporta a dimensão de abertura. A visão desse rosto é a visão da abertura do ser, que o afirma mais do que nega. A relação de alteridade o conduz para uma dimensão de experiência que não se refere a ele próprio, ao seu egoísmo e ao seu relativismo. O rosto é terno e promissor. O rosto é desinteresse total. Quando vejo o rosto de minha esposa pela manhã na perspectiva dele mesmo, é inevitável uma reação de estar diante de uma “coisa dada”, de um presente. Como o rosto recusa se identificar com o conteúdo, ele se propõe, segundo Lévinas, a uma alteridade independente de qualquer qualidade que o diferencie do eu, porque tal diferença imporia entre o eu e o outro uma comunidade de gênero, que anularia a alteridade.
Assim, o rosto se derrama, se extravasa na forma que o delimita, que o circunscreve. O rosto não tem fronteiras. O rosto fala ao eu. “Compreender uma pessoa é já falar-lhe.”(Lévinas). O rosto opõe ao eu o infinito da sua transcendência em relação ao todo. Esse infinito, para Lévinas, é expressão original. O rosto se desemboca no infinito. O rosto não se dilui no infinito, mas se afirma nele. É o infinito que responde totalmente ao outro, ao rosto – e vice-versa.
Como se avizinha de nós as festas de fim de ano, não é por acaso que nos encontramos inseridos na cultura cristã, envolvidos por uma atmosfera de gratidão a Deus, a Cristo e ao Espírito Santo a fim de que sejamos tomados por sentimentos eivados de verdade. Daí ser mais do que oportuno, aproveitarmos dessa época tão especial para nós, uma vez que nossos corações desejam ardentemente fruir para infinitas relações com outros eus, no dizer do poeta português Fernando Pessoa, “eu e os outros eus”. Fiem-se, todos, nisso: na relação estreita e incontida do seu eu com os outros eus.

Jackislandy Meira de M. Silva. Professor e filósofo.
www.umasreflexoes.blogspot.com
www.twitter.com/filoflorânia
www.chegadootempo.blogspot.com

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Lévinas, um autor sublime.


Emanuel Lévinas é um dos mais importantes autores de referência na reflexão moral contemporânea. Lévinas mistura a tradição grega e a judaica. Uma de suas idéias básicas é a da alteridade, isto é colocar o outro no lugar do ser. Nesta visão, o outro não é um objeto para um sujeito.
"... tudo começa pelo direito do outro e por sua obrigação infinita a este respeito. O humano está acima das forças humanas."Na sua proposta ele, de certa forma, inverte as propostas da
Lei de Ouro e do Imperativo Categórico. Ao invés do indivíduo agir frente ao outro como gostaria de ser tratado e que isto deveria ser uma norma universal, é a descoberta do outro que impõe a conduta adequada. De acordo com Christiam Descamps, "a relação com o Outro é a base de uma co-presença ética". Cada um é constantemente confrontado com um próximo. Não sou Eu frente ao Próximo (Outro), mas sim os Outros continuamente frente a Mim.
Esta proposta rompe com a perspectiva autonomista eindividual para remetê-la a uma visão de rede social. Deixa de ter sentido a máxima "A minha liberdade termina quando começa a dos outros", sendo substituída pela proposta de que a minha liberdade é garantida pela liberdade dos outros. Ricardo Timm de Souza escreveu que "a responsabilidade pelo outro que significa responsabilidade por si mesmo enquanto negação da neutralidade".




Descamps C. As idéias filosóficas contemporâneas na França. São Paulo: Jorge Zahar, 1991:85.
Souza RT. As fontes do iluminismo latino. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004:162-174.

domingo, 18 de outubro de 2009

Prefeitinho de Florânia é comparado a famoso boneco de plástico “João teimoso”.




Não tem mais cabimento o que está acontecendo em Florânia. Se pela décima vez, se pela décima terceira vez, se pela décima quarta, ou se pela vigésima vez, não se sabe ao certo, que esse prefeitinho vem brincando de abrir processos e mais processos contra funcionários públicos efetivos e, desta vez, cismou com os funcionários que têm dois vínculos legais, um na Prefeitura e outro no Estado do RN. Dia 19 dezenove de agosto deste ano, o Prefeito entrou com uma representação contra mais ou menos vinte funcionários efetivos na Comissão Permanente de Acúmulos de Cargos da Secretaria de Administração de Recursos Humanos em Natal, mas só dois deles até agora encontram-se com processos abertos por suposta alegação de acúmulo de cargos. Meus amigos, essa situação foge aos limites do senso comum. O Prefeito ainda não se conformou por ter perdido processos passados, onde a justiça garantiu a nossa permanência nos cargos.
O prefeitinho advogado de Florânia só sabe ferir a Carta Magna, Constituição Federal, no Art. 37, quanto aos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, sobretudo o da impessoalidade, uma vez que, ao levar a lista com os nomes de todos os funcionários na situação de acúmulos de cargos, abre processo junto à Comissão de apenas dois(2). Se ele levou a lista de mais ou menos 20(vinte), por que só dois foram investigados? Cadê a impessoalidade, Sr. Prefeito? Não seria perseguição política? Não seria injustiça? Não seria uma questão de bode expiatório? Não seria má fé? Não seria maldade por parte do Sr. Prefeito? Não seria inconformismo por ter perdido tanto na justiça?
No início de seu mandato expulsou diretores, vice-diretores eleitos pelo povo; exonerou inúmeros funcionários efetivos e teve que admiti-los de novo; ignorou os princípios de isonomia, de impessoalidade, de legalidade e de moralidade assegurados na CF; infringiu a Lei Orgânica de Transparência pública do Município; passou por cima da Lei Federal do Nepotismo; desconheceu a autoridade do legislativo do município, enfim, seu histórico não é nada bom. Foram incontáveis as suas ações arbitrárias, grosseiras e autoritárias. Está distante de ser um Prefeito, cujas negociações são pautadas no diálogo e na transparência. Tudo dele é às escondidas, com a pior das intenções, prejudicar a população que mora e presta serviços com dignidade nesta cidade. A população já está calejada de tanta irresponsabilidade. Só age com covardia, sem autenticidade, levando o povo à desunião e aos mais primitivos de todos os sentimentos, o ódio. Um político, por mais maquiavélico que seja, por mais soberbo que seja, só se mantém no poder enquanto não venha a alimentar o ódio no povo. Mas esse é o alimento que o Prefeito de Florânia dá ao povo, ódio e mais nada. O povo não recebe nada além disso. Só ódio e ressentimento. Acorde Prefeito, arregace as mangas da sua camisa de linho e vá trabalhar!
Dizem à boca pequena, nos quatro cantos de Florânia, sob os quatro ventos de Leste a Oeste e de Norte a Sul, que o Prefeito é como uma criança teimosa que come, dorme, viaja, brinca às custas da Prefeitura, às custas do povo, não cumpre expediente e não presta contas do dinheiro público. Prefeito, o dinheiro público é da nossa conta!
À medida que a justiça, representada pela Promotoria Pública de Florânia combate esse menino, mais ele teima, chora, esperneia, grita e se inconforma. A sina é essa, minha gente, de tão desocupado, o Prefeito entra na justiça e perde, entra na justiça e perde, perde, perde, perde, perde, perde, perde, perde e perde. Não ganha uma. Já estão comparando ele, nas ruas da cidade, a um “João teimoso”, a um boneco de plástico inflável que quanto mais se mexe nele, menos sai do canto e paralisado fica, quanto mais se mexe mais parado está. A situação é essa. Está tudo paralisado, como a um “João teimoso”.
Além disso, aí vai uma mensagem do Vereador Paulo Nobre de Araújo, um dos maiores opositores às COVARDIAS e aos desmandos do atual administrador: “Essas atitudes grosseiras e covardes do Prefeito já estão ficando na cara da população insatisfeita que só podem ser retaliações contra o meu trabalho e as minhas cobranças”.
Paulinho, meu caro, muitíssimo obrigado permitir colocar sua declaração aqui. O povo, sobretudo os funcionários efetivos que passam por constrangimentos estão contigo. Continue a COBRAR!


Silmara Rejanny Nobre de Azevedo Meira.

sábado, 10 de outubro de 2009

Paulinho, um exemplo de homem público.


Ó Paulinho, meu caro Paulinho, não esteja pensando que vou tratá-lo aqui de Vossa Excelência, mas de você. Tenho o prazer de chamá-lo por você, uma vez que me sinto muito próximo de sua pessoa, de sua vida inteiramente entregue à causa política, e diga-se de passagem, POLÍTICA com letras maiúsculas. Honra a boa política nesses tempos de escassez da dignidade e da bondade humanas nas relações públicas e sociais.
Desde que me casei com sua sobrinha, pouco a pouco venho descobrindo algo novo sobre você. Em nenhum momento, você me inspirou desconfiança, muito pelo contrário, todas as vezes que estivemos juntos, sempre me inspirou confiança. Você é uma pessoa extremamente vasta, alegre, preocupada e servidora. Vasta por seduzir sempre novas pessoas para atingir os objetivos de todos. Alegre por descobrir-se melhor. Preocupada porque responsável com os interesses coletivos. Servidora porque não recusa a um pedido de necessidade e de urgência. Você, Paulinho, reúne na sua pessoa muitas características. Em síntese, você é amigo, religioso, um verdadeiro político, e para mim, um irmão mais próximo, tão próximo que o considero como um irmão de sangue no universo daqueles que você já tem.
É com imensa alegria que participo da sua alegria nessa data tão especial de comemoração do seu aniversário. Quero que saiba da sua importância para a vida política dessa cidade, para a sobrevivência da dignidade política nessa cidade. Você, meu caro, dos tantos políticos que já conheci, é um dos poucos ainda autênticos por mostrar-se forte frente à loucura do jogo sujo da política moderna, onde o homem é um lobo faminto do próprio homem.
Temos visto, pois é público e notório, que você se esforça para que o seu discurso se realize na sua prática política. Você não se serve da política, você serve a política. Você é um político extremamente preocupado com as necessidades do outro, enquanto muitos se preocupam consigo mesmo. Você honra a oposição nessa cidade porque entende que sem oposição não há democracia. Você fala o que pensa porque sem liberdade de expressão não há política. Você é coerente e não trata a vida política com banalidade. Reconhece que “Um povo não pode ser privado de seus direitos”.
Segundo o Presidente Lula, “a política é a arte das convergências e das negociações”.
Paulinho, como homem de bem e político, você sofre com o seu povo, é solidário com os mais necessitados.


Jackislandy Meira de Medeiros Silva, Professor e Filósofo.


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Rumo às Olimpíadas de 2016!


O Rio merece.


Todos estão comovidos e honrados pela tão grata escolha de sede dos jogos olímpicos de 2016. Valeu! Nos encontramos em 2016. A festa é nossa. Maravilha!

Rio de Janeiro, sede das olimpíadas de 2016.


Mais de 190 milhões de pessoas estão de parabéns pela escolha do Rio de Janeiro como sede dos jogos olímpicos de 2016 no Brasil. A escolha se deu hoje por voltas das 2h da tarde na Dinamarca. Cidades de países modelos na Europa, na América do Norte e na Ásia honraram ainda mais a vitória da nossa cidade brasileira. Tóquio, Madrid, Chicago formaram um páreo duro para o Rio de Janeiro que soube muito bem mostrar com coração e amor os motivos necessários para sua digna e maravilhosa escolha. Decerto, o povo brasileiro com sua cultura, mestiçagem, gingado e calor humano é quem mais ganha com a escolha de sede das Olimpíadas, no entanto, o Rio terá a oportunidade de mostrar para o mundo e para o seu próprio país um diferencial e um potencial natural e turístico muitas vezes obscurecido nas manchetes de revistas e jornais pela violência presente nas ruas e nas favelas da cidade. Com as olímpiadas, o Rio poderá filtrar melhor essa imagem negativa de violência e pobreza social com que o mundo e o país se acostumaram a olhar.


Parabéns Rio, parabéns ao povo brasileiro que honrará mais um evento de ordem mundial.

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